sexta-feira, 22 de maio de 2015

Exploração de gás na costa algarvia incendeia debate público

As perfurações, a oito quilómetros da costa, podem começar em Outubro. A Plataforma Algarve Livre de Petróleo põe em causa os estudos de impacto ambiental e exige “transparência” nos contratos de exploração


Numa altura em que se intensificam as políticas de incentivos às energias renováveis, o Algarve avança em contracorrente para a exploração do petróleo e gás natural. A Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) duvida que o país e a região tenham alguma coisa a ganhar com este tipo de indústria. “Os riscos são grandes e os benefícios são reduzidos ou nulos” foi a conclusão saída de um debate realizado em Faro. A falta de informação e de “transparência” nos contratos celebrados entre o Governo e um consócio liderado pelo grupo espanhol Repsol, estão a agitar a opinião pública regional. 

O início da exploração do petróleo no mar algarvio está previsto para Outubro, mas há muitas reservas e dúvidas quanto às consequências que esta actividade possa vir a ter no sector turístico. “Não acredito nos estudos de impacto ambiental, encomendados pelas empresas que fazem os furos”, disse Fernando Pessoa, dirigente da Liga para a Protecção da Natureza, na quinta-feira à noite num jantar/debate, promovido pela “Tertúlia Farense”. A assistência, constituída por mais de 60 pessoas, corroborou esta tese, mas também houve quem afirmasse que se está a fazer “propaganda” negativa, sem fundamento. 

O antigo director-geral do Terminal de Gás Natural Liquefeito do porto de Silves, Carlos Azevedo, disse que a “forma diabólica” como o assunto está a ser tratado não o surpreende. No passado, disse, ouviu idênticas críticas em relação ao “projecto do gás natural e hoje já ninguém se lembra disso”. Por falar em riscos, denunciou, “ninguém fala nas dezenas, centenas de petroleiros que passam pela costa do Algarve e qualquer um tem um risco muito superior a este pequeno projecto que está a ser apresentado”. A exploração que está prevista “não é sobre petróleo, mas sobre gás natural, que tem características muito diferentes”, desdramatizou. Numa coisa disse estar de acordo com os dirigentes da PALP – plataforma que reúne 11 entidades, entre as quais as associações ambientalistas Quercus, LPN e Almargem: “Nós, enquanto grupo de intervenção, no que devemos apostar é em saber quais são as características do contrato [de exploração], porque não sabemos rigorosamente nada”. 

O sociólogo João Martins, professor da Universidade do Algarve (dirigente da PALP) reclamou o direito à informação e à participação dos cidadãos. “O processo de decisão tem sido tratado nos bastidores da política, de forma oculta”, denunciou. De resto, acrescentou, “não deixa de ser espantoso que das 16 câmaras municipais, só uma, a câmara de Silves [CDU], tenha respondido a um pedido de reunião para discutir o assunto”. O que pretende, afirmou, é que o assunto seja retirado do “secretismo dos bastidores da economia da política”. Nesse sentido, a plataforma promove o seu primeiro encontro regional no próximo dia 30. Por outro lado, o vereador da câmara de Faro, Paulo Neves (PS), observou: “A Comunidade Intermunicipal do Algarve- Amal não se pode demitir desta discussão”. Em relação aos eventuais benefícios, previstos nas contrapartidas do contrato de exploração, advertiu, “não ficarão na região nem no país”. Segundo este antigo deputado, só haveria direito a pagamentos “se houvesse petróleo e, pelos vistos, o que vai ser explorado é gás”. Por sua vez, Luciano Abelheira, professor do ensino primário, perguntou: “O que será que vai acontecer à boa sardinha do Algarve, com a poluição das águas?” Em jeito de conclusão, atirou: “O nosso ouro negro é o turismo, não é o petróleo”. Já o médico Mário Lázaro entende que este projecto destina-se a “satisfazer o ego de Portugal”, insuflado pela ideia de que a exploração de gás ou petróleo, a oito quilómetros da costa, faz de um país, em dificuldades, “um potentado” na Europa.

Praias do nosso Algarve - Praia Fluvial do Pego Fundo

Inserida em plena paisagem agrícola rural do Nordeste Algarvio, esta praia fluvial aproveita um bonito pego da Ribeira de Cadavais, afluente do Rio Guadiana. Foram trazidas para aqui areias litorais, claras, invulgares nestas paragens fluviais. 


A área envolvente encontra-se ajardinada, sobressaindo os choupos, os loendros, as alfazemas e uns fantásticos canteiros com roseiras. As margens do pego estão revestidas por canavial e, aqui e ali, por árvores de fruto. Ao longo da época seca e com a evaporação, o plano de água vai-se tornando exíguo, no entanto a qualidade da água permanece normalmente aceitável durante a época balnear. 


O local é muito tranquilo e bucólico, com o chilrear da passarada e o tilintar dos chocalhos dos rebanhos como sons de fundo.

Acesso: Viário alcatroado a partir da vila de Alcoutim, atravessando a ponte da Ribeira de Cadavais em direcção à sua margem esquerda durante cerca de 500m. Estacionamento ordenado, com equipamento de apoio (bar, WC e duches) e vigilância durante a época balnear. Praia Acessível. Orientação: sul / sudoeste.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Autódromo Internacional do Algarve recebe a maior prova de motociclismo em Portugal

Faltam apenas 19 dias para o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) receber a maior corrida de motociclismo em Portugal, o FIM Superbike World Championship.


Pelo oitavo ano consecutivo, e depois de, em 2014, ter sido a prova mais vista de todo o campeonato, o Circuito de Portimão promete este ano um evento único, tendo como protagonistas os melhores pilotos do mundo.

Cinco categorias entram em pista de 5 a 7 de Junho, a classe rainha, a Superbike, acompanhada do Mundial de Supersport, Superstock 1000 e 600 e o Europen Junior Cup.

O AIA será a sétima ronda, num total de 13, e o piloto da Kawasaki Jonathan Rea chega a Portimão a liderar a tabela com 240 pontos, seguindo-se Haslam, na sua Aprilia, com 153.


Na categoria Supersport, destaca-se mais uma vez Sofuoglu, com 105 pontos, também na sua Kawasaki, mantendo-se a 37 pontos de distância do americano Jacobsen, segundo posicionado.

Nas Superstock 1000 e Superstock 600, apenas decorreram ainda três rondas, com Savadori a liderar nas 1000, com 70 pontos e Razgatlioglu nas Superstock 600, com 57 pontos.

Após três provas, Orellana está na frente da tabela, do European Junior Cup, com 66 pontos, encontrando-se em luta pelo título com Pusceddu que está com apenas 9 pontos de diferença.

Para este ano, o Autódromo Internacional do Algarve promete muitas atividades e animações paralelas às corridas. O AIA irá promover até ao fim-de-semana da grande prova diversas atividades e ações de rua, por todo o Algarve.

Com o objetivo de levar as corridas ao público em geral, o circuito criará o ambiente perfeito para um evento memorável. Entre muitas surpresas programadas, será dada a oportunidade de contactar diretamente com os pilotos, de assistir a acrobacias de moto e será marcada presença em algumas escolas em Portimão.

Os bilhetes estão já disponíveis a partir de 7€.


Ordem dos Economistas defende melhor aproveitamento do turismo no Algarve

Um melhor aproveitamento do setor turístico, uma exploração dos recursos naturais mais eficaz e uma administração com mais poder de decisão são linhas orientadoras que a Ordem dos Economistas apresentou ontem para a economia do Algarve. 


Estas propostas estão incluídas no estudo “Linhas Orientadoras de Um Modelo Económico Regional”, que foi apresentado na delegação regional do Algarve da Ordem dos Economistas, em Faro, e faz uma análise sobre as potencialidades e os condicionantes que a economia algarvia tem. 

“O elevado e persistente desemprego” e “a fragilidade do tecido empresarial”, muito dependentes do turismo e das atividades relacionadas, são os principais condicionantes apontados no estudo, “elaborado por sete pessoas que viveram e trabalharam em lugares de chefia” na região, disse à agência Lusa o presidente da delegação regional da Ordem, Pedro Pimpão. 

O responsável pela recém-criada delegação regional do Algarve da Ordem dos Economistas explicou que a ideia de realizar o documento surgiu por se ter constatado que “a região não tem uma visão estratégica da sua economia” e por a “Ordem ter subjacente uma função social” e “considerar importante dar o seu contributo”. 

“Achámos por bem criar um documento com propostas de orientação estratégica para a economia do Algarve, que também estivesse disponível antes das eleições legislativas para os partidos também poderem debatê-lo”, afirmou Pedro Pimpão. 

A mesma fonte frisou que o estudo tem por base a informação que estava disponível em estudos ou análises estatísticas realizadas por instituições como a Universidade do Algarve, o Turismo do Algarve, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve ou associações empresariais e é “um ponto de partida” para criar uma estratégia global para a economia da região. 

O estudo refere como pontos menos positivos a dependência que a região tem do turismo, mas aponta também potencialidades que este setor tem e podem ser exploradas, como um maior aproveitamento e certificação dos produtos regionais, campanhas de promoção em mercados emissores, a aposta no turismo de cruzeiros, no turismo náutico ou no turismo de congressos. 

A exploração de recursos endógenos, sobretudo relacionados com a economia do mar, e a incorporação de tecnologia são dois vetores de outra das linhas estratégicas apontadas no estudo e que pode ser concretizada através da criação de condições para a agroindústria, do incentivo da logística para os portos e ou no estudo dos impactos da exploração de recursos no subsolo marítimo. 

O documento defende ainda como linha estratégica a criação de uma administração “amiga” do investimento, com os centros de decisão na região, através da “localização das sedes das empresas e grupos empresariais” mediante “fiscalidade e incentivos” e do “aumento das competências das entidades regionais (por desconcentração e descentralização) ”. 

As principais dificuldades residem no “desemprego” e na “fragilidade de um tecido empresarial” pouco diversificado e marcado por empresas em nome individual em setores como a Construção, o Comércio por Grosso e a Retalho, o Alojamento e Restauração e as Atividades Imobiliárias, Alugueres e Serviços Prestados às Empresas, também relacionados com o turismo.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Albufeira, Portimão, Sagres, Lagos e Olhão no Top10 da maior comunidade de viagens do Mundo

O TripAdvisor, a maior comunidade online de viagens do mundo, com mais de 300 milhões de visitantes por mês e mais de 200 milhões de avaliações e opiniões, publicou a lista dos 10 melhores destinos em Portugal, na qual metade é garantida por destinos do Algarve.


Assim, o ranking do TripAdvisor, que é liderado por Lisboa, inclui Albufeira (em 4º lugar), Portimão (6º), Sagres (7º), Lagos (8º) e Olhão (9º).

O presidente da Câmara de Olhão já reagiu, dizendo que o seu 9º lugar, alcançado entre centenas de destinos muito bem cotados a nível nacional, “é a prova de que Olhão está a mudar para melhor e atrai cada vez mais turistas e deixa marcas positivas a quem nos visita”.

António Miguel Pina disse-se ainda satisfeito por esta ser uma classificação feita com base na opinião dos frequentadores do TripAdvisor.

Olhão surge lado a lado com outros destinos turísticos nacionais e regionais de especial relevo, mostrando que a escolha de quem visita o concelho é “fruto do contributo que o Município e outras forças vivas do concelho têm dado para dotar a cidade de cada vez mais e melhores ofertas a nível turístico, cultural ou gastronómico, para além da sua enorme beleza natural, à vista de todos e que deve continuar a merecer o maior cuidado e preservação”, destaca ainda o autarca olhanense.

No caso de Albufeira, o destino algarvio mais bem classificado, os utilizadores do TripAdvisor destacam as suas praias, em especial a Praia da Falésia, o Zoomarine e o Parque Aventura. O site refere ainda as “casas brancas reluzentes com um toque mouro, surpreendentes penhascos de várias matizes e vestígios de fortes antigos”.


Em Portimão, o destaque vai para a Praia da Rocha, os passeios a pé no passadiço de Alvor, o Museu de Portimão, os passeios pela costa “no navio pirata de dois mastros Santa Bernarda” que é “um dos passeios favoritos das famílias”, e ainda a adrenalina do Autódromo Internacional do Algarve.

Em Sagres, os turistas sublinham a “linda e assombrada Fortaleza de Sagres”, a Praia do Beliche e o Cabo de São Vicente, com o seu belíssimo por de sol.

Lagos é destacada pelas suas muralhas e património, mas também pela Ponta da Piedade, Praia Dona Ana e Meia Praia.

Finalmente, sobre Olhão, o TripAdvisor salienta os seus “vários cafés à beira mar e bairros históricos”, destacando-se ainda os “produtos frescos locais nos dois mercados” ou os passeios de barco “para explorar a área de proteção ambiental do Parque Natural da Ria Formosa”.


Ranking “Os 10 melhores destinos – Portugal”:

1º Lisboa
2º Funchal
3º Porto
4º Albufeira
5º Cascais
6º Portimão
7º Sagres
8º Lagos
9º Olhão
10º Sintra


Fonte: http://www.sulinformacao.pt/

Ikea do Algarve abre no ano que vem

O grupo sueco Ikea anunciou hoje que recebeu esta semana as licenças comerciais relativas ao projeto de uma unidade em Loulé, num investimento global de 200 milhões de euros, prevendo inaugurar a loja no próximo ano.


Em comunicado, a empresa adianta que, "no seguimento do seu plano de expansão para Portugal", recebeu "esta semana as licenças comerciais relativas ao projeto Ikea em Loulé, e que contempla a construção de loja, centro comercial e 'outlet'".

O grupo recorda que este projeto prevê a criação de 3.000 postos de trabalho diretos e indiretos, num valor total de investimento de 200 milhões de euros.

A inauguração da loja Ikea Loulé está prevista para 2016 e o restante complexo, composto pelo centro comercial e pelo 'outlet', em 2017.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Ligação aérea entre Bragança e Portimão arranca no verão

Passados mais de dois anos da suspensão dos voos Bragança-Vila Real-Lisboa, uma nova rota vai avançar já este verão. O Conselho de Ministros aprovou uma despesa máxima de 7,8 milhões de euros para a concessão por três anos, mas a opção não agrada a todos. Ao que tudo indica haverá três empresas interessadas, que têm até 27 de maio para apresentar propostas.


A anterior rota funcionou desde 1997 até novembro de 2012. A partir daí, o Governo português procedeu à liberalização do transporte aéreo entre Lisboa e o nordeste transmontano, sem a atribuição de qualquer contrapartida por parte do Estado às transportadoras aéreas.

Além disso, “a oferta de serviços foi descontinuada devido à falta de interesse das transportadoras aéreas em explorar os serviços em causa, sem qualquer compensação financeira prevista pelo Estado”, pode ler-se na resolução do Conselho de Ministros publicada em dezembro de 2014.


Despesa de 7,8 milhões

O Governo lançou agora o concurso público para a adjudicação, em regime de concessão, da ligação aérea Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais-Portimão, por um período de três anos. Os interessados na “Concessão dos Serviços Aéreos Regulares" têm até dia 27 de maio para apresentar propostas.

A decisão da nova rota não agrada a todos. É o caso do presidente da Câmara Municipal de Bragança. Hernâni Dias disse ao online da RTP que “não é obviamente a solução que gostaria”. 

"Na rota anterior havia uma escala em Vila Real e depois aterrava-se em Lisboa, na Portela, uma zona próxima do centro da capital (…) Tires não fica dentro de Lisboa, o que provavelmente coloca diversos problemas a quem tiver que fazer esse percurso. Será uma ligação mais morosa", salientou o autarca.

Como aspeto positivo, Hernâni Dias destaca o acesso ao sul do país: "Permitirá em determinadas épocas do ano ser um veículo de transporte de turistas". 

O Conselho de Ministros já tinha aprovado em dezembro uma despesa máxima de 7,8 milhões de euros para a concessão da rota (em 2015, um encargo de 650 mil euros; em 2016 e 2017, 2,6 milhões de euros e, para 2018, o montante máximo consignado no diploma é de 1,95 milhões de euros). 


Três empresas interessadas

As quatro parcelas perfazem os 7,8 milhões de euros de despesa máxima prevista, cuja concessão terá como primeiro critério de adjudicação a "proposta economicamente mais vantajosa". 

O online da RTP apurou que já haverá três empresas interessadas na concessão, tal como referiu o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias. 

Solicitámos uma entrevista com o Ministério da Economia e a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), mas as respostas apenas foram dadas por email.

“O processo decorre neste momento pelo que é ainda muito cedo para adiantar qualquer informação”, disse o Ministério da Economia, relativamente à existência de possíveis interessados. "Pela mesma razão apontada na resposta anterior não faz sentido que um responsável pelo processo se pronuncie publicamente numa altura em que decorre o concurso".


Prioridade na escolha dos aeródromos

Segundo a ANAC, continua a verificar-se que “subsistem os constrangimentos ao nível da acessibilidade de transportes para as populações residentes no Nordeste Transmontano quer à capital, quer ao sul do país. Nestas circunstâncias, verifica-se que o transporte aéreo continua a ser essencial para o desenvolvimento socioeconómico daquela região”. 

A escolha dos aeródromos “teve em consideração a proximidade aos principais centros empresariais, pólos turísticos e campus universitários, bem como os custos operacionais das infraestruturas (taxas, serviços de assistência em escala, tempos de rotação, outros)”, respondeu a ANAC. 

A duração da viagem irá depender do tipo de equipamento e dos horários a serem propostos pela concessionária, podendo ter uma duração de aproximadamente três horas (de Bragança a Portimão).


Voos diários de segunda a sábado

Ainda assim - e de acordo com as obrigações de serviço público -, no verão deverá haver duas frequências diárias de ida e volta na rota, a operar de segunda a sábado. No Inverno deverá passar para uma frequência diária de ida e volta, também a operar de segunda a sábado, pode ler-se no caderno de encargos, a que o online da RTP teve acesso. 

Os preços das viagens serão propostos pela concessionária, de acordo com as regras tarifárias impostas pelo Governo português e, posteriormente, sujeitos a aprovação da ANAC. Mas a ideia é manter os preços praticados na antiga rota, cerca de 120 euros, viagem de ida e volta, entre Bragança e Lisboa. 

Nos termos do concurso, a aeronave designada para a exploração dos serviços é tipo bimotor com capacidade para o transporte entre nove e 19 lugares de passageiros. 

De acordo com o gabinete de imprensa do Ministério da Economia, a ligação aérea em causa “pretende reforçar a coesão territorial e social, pondo ao serviço dos cidadãos um meio de transporte rápido e com preços acessíveis, que ligue o norte ao sul e o litoral ao interior”.