quinta-feira, 21 de maio de 2015

Autódromo Internacional do Algarve recebe a maior prova de motociclismo em Portugal

Faltam apenas 19 dias para o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) receber a maior corrida de motociclismo em Portugal, o FIM Superbike World Championship.


Pelo oitavo ano consecutivo, e depois de, em 2014, ter sido a prova mais vista de todo o campeonato, o Circuito de Portimão promete este ano um evento único, tendo como protagonistas os melhores pilotos do mundo.

Cinco categorias entram em pista de 5 a 7 de Junho, a classe rainha, a Superbike, acompanhada do Mundial de Supersport, Superstock 1000 e 600 e o Europen Junior Cup.

O AIA será a sétima ronda, num total de 13, e o piloto da Kawasaki Jonathan Rea chega a Portimão a liderar a tabela com 240 pontos, seguindo-se Haslam, na sua Aprilia, com 153.


Na categoria Supersport, destaca-se mais uma vez Sofuoglu, com 105 pontos, também na sua Kawasaki, mantendo-se a 37 pontos de distância do americano Jacobsen, segundo posicionado.

Nas Superstock 1000 e Superstock 600, apenas decorreram ainda três rondas, com Savadori a liderar nas 1000, com 70 pontos e Razgatlioglu nas Superstock 600, com 57 pontos.

Após três provas, Orellana está na frente da tabela, do European Junior Cup, com 66 pontos, encontrando-se em luta pelo título com Pusceddu que está com apenas 9 pontos de diferença.

Para este ano, o Autódromo Internacional do Algarve promete muitas atividades e animações paralelas às corridas. O AIA irá promover até ao fim-de-semana da grande prova diversas atividades e ações de rua, por todo o Algarve.

Com o objetivo de levar as corridas ao público em geral, o circuito criará o ambiente perfeito para um evento memorável. Entre muitas surpresas programadas, será dada a oportunidade de contactar diretamente com os pilotos, de assistir a acrobacias de moto e será marcada presença em algumas escolas em Portimão.

Os bilhetes estão já disponíveis a partir de 7€.


Ordem dos Economistas defende melhor aproveitamento do turismo no Algarve

Um melhor aproveitamento do setor turístico, uma exploração dos recursos naturais mais eficaz e uma administração com mais poder de decisão são linhas orientadoras que a Ordem dos Economistas apresentou ontem para a economia do Algarve. 


Estas propostas estão incluídas no estudo “Linhas Orientadoras de Um Modelo Económico Regional”, que foi apresentado na delegação regional do Algarve da Ordem dos Economistas, em Faro, e faz uma análise sobre as potencialidades e os condicionantes que a economia algarvia tem. 

“O elevado e persistente desemprego” e “a fragilidade do tecido empresarial”, muito dependentes do turismo e das atividades relacionadas, são os principais condicionantes apontados no estudo, “elaborado por sete pessoas que viveram e trabalharam em lugares de chefia” na região, disse à agência Lusa o presidente da delegação regional da Ordem, Pedro Pimpão. 

O responsável pela recém-criada delegação regional do Algarve da Ordem dos Economistas explicou que a ideia de realizar o documento surgiu por se ter constatado que “a região não tem uma visão estratégica da sua economia” e por a “Ordem ter subjacente uma função social” e “considerar importante dar o seu contributo”. 

“Achámos por bem criar um documento com propostas de orientação estratégica para a economia do Algarve, que também estivesse disponível antes das eleições legislativas para os partidos também poderem debatê-lo”, afirmou Pedro Pimpão. 

A mesma fonte frisou que o estudo tem por base a informação que estava disponível em estudos ou análises estatísticas realizadas por instituições como a Universidade do Algarve, o Turismo do Algarve, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve ou associações empresariais e é “um ponto de partida” para criar uma estratégia global para a economia da região. 

O estudo refere como pontos menos positivos a dependência que a região tem do turismo, mas aponta também potencialidades que este setor tem e podem ser exploradas, como um maior aproveitamento e certificação dos produtos regionais, campanhas de promoção em mercados emissores, a aposta no turismo de cruzeiros, no turismo náutico ou no turismo de congressos. 

A exploração de recursos endógenos, sobretudo relacionados com a economia do mar, e a incorporação de tecnologia são dois vetores de outra das linhas estratégicas apontadas no estudo e que pode ser concretizada através da criação de condições para a agroindústria, do incentivo da logística para os portos e ou no estudo dos impactos da exploração de recursos no subsolo marítimo. 

O documento defende ainda como linha estratégica a criação de uma administração “amiga” do investimento, com os centros de decisão na região, através da “localização das sedes das empresas e grupos empresariais” mediante “fiscalidade e incentivos” e do “aumento das competências das entidades regionais (por desconcentração e descentralização) ”. 

As principais dificuldades residem no “desemprego” e na “fragilidade de um tecido empresarial” pouco diversificado e marcado por empresas em nome individual em setores como a Construção, o Comércio por Grosso e a Retalho, o Alojamento e Restauração e as Atividades Imobiliárias, Alugueres e Serviços Prestados às Empresas, também relacionados com o turismo.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Albufeira, Portimão, Sagres, Lagos e Olhão no Top10 da maior comunidade de viagens do Mundo

O TripAdvisor, a maior comunidade online de viagens do mundo, com mais de 300 milhões de visitantes por mês e mais de 200 milhões de avaliações e opiniões, publicou a lista dos 10 melhores destinos em Portugal, na qual metade é garantida por destinos do Algarve.


Assim, o ranking do TripAdvisor, que é liderado por Lisboa, inclui Albufeira (em 4º lugar), Portimão (6º), Sagres (7º), Lagos (8º) e Olhão (9º).

O presidente da Câmara de Olhão já reagiu, dizendo que o seu 9º lugar, alcançado entre centenas de destinos muito bem cotados a nível nacional, “é a prova de que Olhão está a mudar para melhor e atrai cada vez mais turistas e deixa marcas positivas a quem nos visita”.

António Miguel Pina disse-se ainda satisfeito por esta ser uma classificação feita com base na opinião dos frequentadores do TripAdvisor.

Olhão surge lado a lado com outros destinos turísticos nacionais e regionais de especial relevo, mostrando que a escolha de quem visita o concelho é “fruto do contributo que o Município e outras forças vivas do concelho têm dado para dotar a cidade de cada vez mais e melhores ofertas a nível turístico, cultural ou gastronómico, para além da sua enorme beleza natural, à vista de todos e que deve continuar a merecer o maior cuidado e preservação”, destaca ainda o autarca olhanense.

No caso de Albufeira, o destino algarvio mais bem classificado, os utilizadores do TripAdvisor destacam as suas praias, em especial a Praia da Falésia, o Zoomarine e o Parque Aventura. O site refere ainda as “casas brancas reluzentes com um toque mouro, surpreendentes penhascos de várias matizes e vestígios de fortes antigos”.


Em Portimão, o destaque vai para a Praia da Rocha, os passeios a pé no passadiço de Alvor, o Museu de Portimão, os passeios pela costa “no navio pirata de dois mastros Santa Bernarda” que é “um dos passeios favoritos das famílias”, e ainda a adrenalina do Autódromo Internacional do Algarve.

Em Sagres, os turistas sublinham a “linda e assombrada Fortaleza de Sagres”, a Praia do Beliche e o Cabo de São Vicente, com o seu belíssimo por de sol.

Lagos é destacada pelas suas muralhas e património, mas também pela Ponta da Piedade, Praia Dona Ana e Meia Praia.

Finalmente, sobre Olhão, o TripAdvisor salienta os seus “vários cafés à beira mar e bairros históricos”, destacando-se ainda os “produtos frescos locais nos dois mercados” ou os passeios de barco “para explorar a área de proteção ambiental do Parque Natural da Ria Formosa”.


Ranking “Os 10 melhores destinos – Portugal”:

1º Lisboa
2º Funchal
3º Porto
4º Albufeira
5º Cascais
6º Portimão
7º Sagres
8º Lagos
9º Olhão
10º Sintra


Fonte: http://www.sulinformacao.pt/

Ikea do Algarve abre no ano que vem

O grupo sueco Ikea anunciou hoje que recebeu esta semana as licenças comerciais relativas ao projeto de uma unidade em Loulé, num investimento global de 200 milhões de euros, prevendo inaugurar a loja no próximo ano.


Em comunicado, a empresa adianta que, "no seguimento do seu plano de expansão para Portugal", recebeu "esta semana as licenças comerciais relativas ao projeto Ikea em Loulé, e que contempla a construção de loja, centro comercial e 'outlet'".

O grupo recorda que este projeto prevê a criação de 3.000 postos de trabalho diretos e indiretos, num valor total de investimento de 200 milhões de euros.

A inauguração da loja Ikea Loulé está prevista para 2016 e o restante complexo, composto pelo centro comercial e pelo 'outlet', em 2017.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Ligação aérea entre Bragança e Portimão arranca no verão

Passados mais de dois anos da suspensão dos voos Bragança-Vila Real-Lisboa, uma nova rota vai avançar já este verão. O Conselho de Ministros aprovou uma despesa máxima de 7,8 milhões de euros para a concessão por três anos, mas a opção não agrada a todos. Ao que tudo indica haverá três empresas interessadas, que têm até 27 de maio para apresentar propostas.


A anterior rota funcionou desde 1997 até novembro de 2012. A partir daí, o Governo português procedeu à liberalização do transporte aéreo entre Lisboa e o nordeste transmontano, sem a atribuição de qualquer contrapartida por parte do Estado às transportadoras aéreas.

Além disso, “a oferta de serviços foi descontinuada devido à falta de interesse das transportadoras aéreas em explorar os serviços em causa, sem qualquer compensação financeira prevista pelo Estado”, pode ler-se na resolução do Conselho de Ministros publicada em dezembro de 2014.


Despesa de 7,8 milhões

O Governo lançou agora o concurso público para a adjudicação, em regime de concessão, da ligação aérea Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais-Portimão, por um período de três anos. Os interessados na “Concessão dos Serviços Aéreos Regulares" têm até dia 27 de maio para apresentar propostas.

A decisão da nova rota não agrada a todos. É o caso do presidente da Câmara Municipal de Bragança. Hernâni Dias disse ao online da RTP que “não é obviamente a solução que gostaria”. 

"Na rota anterior havia uma escala em Vila Real e depois aterrava-se em Lisboa, na Portela, uma zona próxima do centro da capital (…) Tires não fica dentro de Lisboa, o que provavelmente coloca diversos problemas a quem tiver que fazer esse percurso. Será uma ligação mais morosa", salientou o autarca.

Como aspeto positivo, Hernâni Dias destaca o acesso ao sul do país: "Permitirá em determinadas épocas do ano ser um veículo de transporte de turistas". 

O Conselho de Ministros já tinha aprovado em dezembro uma despesa máxima de 7,8 milhões de euros para a concessão da rota (em 2015, um encargo de 650 mil euros; em 2016 e 2017, 2,6 milhões de euros e, para 2018, o montante máximo consignado no diploma é de 1,95 milhões de euros). 


Três empresas interessadas

As quatro parcelas perfazem os 7,8 milhões de euros de despesa máxima prevista, cuja concessão terá como primeiro critério de adjudicação a "proposta economicamente mais vantajosa". 

O online da RTP apurou que já haverá três empresas interessadas na concessão, tal como referiu o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias. 

Solicitámos uma entrevista com o Ministério da Economia e a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), mas as respostas apenas foram dadas por email.

“O processo decorre neste momento pelo que é ainda muito cedo para adiantar qualquer informação”, disse o Ministério da Economia, relativamente à existência de possíveis interessados. "Pela mesma razão apontada na resposta anterior não faz sentido que um responsável pelo processo se pronuncie publicamente numa altura em que decorre o concurso".


Prioridade na escolha dos aeródromos

Segundo a ANAC, continua a verificar-se que “subsistem os constrangimentos ao nível da acessibilidade de transportes para as populações residentes no Nordeste Transmontano quer à capital, quer ao sul do país. Nestas circunstâncias, verifica-se que o transporte aéreo continua a ser essencial para o desenvolvimento socioeconómico daquela região”. 

A escolha dos aeródromos “teve em consideração a proximidade aos principais centros empresariais, pólos turísticos e campus universitários, bem como os custos operacionais das infraestruturas (taxas, serviços de assistência em escala, tempos de rotação, outros)”, respondeu a ANAC. 

A duração da viagem irá depender do tipo de equipamento e dos horários a serem propostos pela concessionária, podendo ter uma duração de aproximadamente três horas (de Bragança a Portimão).


Voos diários de segunda a sábado

Ainda assim - e de acordo com as obrigações de serviço público -, no verão deverá haver duas frequências diárias de ida e volta na rota, a operar de segunda a sábado. No Inverno deverá passar para uma frequência diária de ida e volta, também a operar de segunda a sábado, pode ler-se no caderno de encargos, a que o online da RTP teve acesso. 

Os preços das viagens serão propostos pela concessionária, de acordo com as regras tarifárias impostas pelo Governo português e, posteriormente, sujeitos a aprovação da ANAC. Mas a ideia é manter os preços praticados na antiga rota, cerca de 120 euros, viagem de ida e volta, entre Bragança e Lisboa. 

Nos termos do concurso, a aeronave designada para a exploração dos serviços é tipo bimotor com capacidade para o transporte entre nove e 19 lugares de passageiros. 

De acordo com o gabinete de imprensa do Ministério da Economia, a ligação aérea em causa “pretende reforçar a coesão territorial e social, pondo ao serviço dos cidadãos um meio de transporte rápido e com preços acessíveis, que ligue o norte ao sul e o litoral ao interior”. 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Praias do nosso Algarve - Praia do Cabeço (Retur)

A praia insere-se numa área ainda de paisagem rural, em que árvores antiquíssimas, sobretudo oliveiras e sobreiros, vão dando progressivamente lugar aos pinhais dunares típicos do litoral. Os pinheiros mansos formam aqui, mais perto da praia, um bosque denso, fazendo-se acompanhar por medronheiros, enormes aroeiras, cistácias com flores brancas e rosa, espargos selvagens e plantas aromáticas como a perpétua-das-areias e o alecrim. 


A sombra e o verde profundo da vegetação confortam. Com atenção é possível observar os indolentes camaleões e aves como a curiosa poupa que faz lembrar uma borboleta gigante. Junto ao areal os pinhais dão lugar a campos dunares, cobertos pelo típico piorno-branco, pelo estorno e pelo felpudo cordeirinho-da-praia. A praia é extensa e tranquila, as águas seguras e mornas.


Notas: De modo a contribuir para a preservação do local, o cordão dunar deverá ser atravessado utilizando os passadiços existentes.

Acesso: Viário em terra batida a partir da EN 125, seguindo na direcção da Praia do Cabeço durante cerca de 2 km. Estacionamento amplo e não ordenado. Diversos equipamentos de apoio (restaurantes e WC) e vigilância durante a época balnear. Praia acessível. Orientação: sudeste.

Marina de Vilamoura eleita como a melhor marina internacional

A Marina de Vilamoura foi eleita como a melhor marina internacional para o ano de 2015, numa votação levada a cabo pela The Yacht Harbour Association e, cujos vencedores foram anunciados ontem, numa cerimónia que decorreu em Londres. A Marina de Albufeira arrecadou o segundo lugar na mesma categoria.


A votação para a Marina Of the Year 2015 Award foi feita on-line, entre os meses de novembro e dezembro de 2014, pelos proprietários de embarcações que em 2014 visitaram as marinas classificadas com cinco âncoras.

As marinas são avaliadas, numa escala de 1 a 5 âncoras (patamar máximo de excelência e qualidade).

Estes prémios são considerados os óscares do Turismo Náutico promovidos pela The Yacht Harbour Association em conjunto com a British Marine Federation do Reino Unido.

A entrega deste prémio teve lugar no London Boat Show, a decorrer na capital do Reino Unido.