quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Algarve nomeado para Melhor Destino de Praia do Mundo

O Turismo de Portugal, na categoria de Melhor Organismo Oficial de Turismo do Mundo, e as regiões de Lisboa (cinco nomeações) e da Madeira (três) reúnem as outras nomeações portuguesas na etapa mundial dos World Travel Awards.



Mas a região que lidera em número de nomeações é o Algarve, a maioria das quais em categorias associadas ao luxo, ao turismo residencial, ao desporto e ao sol e mar – o destino já por duas vezes recebeu o Óscar de Melhor Destino de Praia da Europa, em 2012 e 2013.

Para além de Melhor Destino de Praia do Mundo – onde a região é nomeada ao lado de destinos balneares mundialmente consagrados tais como Cancun, no México, Corfu, na Grécia, as Maldivas, Miami, na Flórida (EUA) ou a Tailândia –, vários hotéis algarvios são igualmente candidatos ao galardão mundial.

O Cascade Resort, na praia do Canavial, em Lagos, disputa o rótulo de Melhor Academia de Desporto do Mundo. Já o Pine Cliffs Residence, na praia da Falésia, em Albufeira, concorre para Melhor Hotel Residences do Mundo. O Martinhal Resort, na praia do Martinhal, em Sagres, está proposto para Melhor Villa Resort do Mundo. E Vila Vita Parc, em Alporchinhos, Porches (Lagoa), ambiciona chegar ao título de Resort Mais Romântico do Mundo.

Vila Joya, na praia da Galé, em Albufeira, que desde 2005 já recebeu 17 Óscares, está nomeada nas categorias Melhor Boutique Hotel do Mundo e Melhor Boutique Resort do Mundo. Last but not least, o Conrad Algarve concorre em três categorias: Melhor Resort do Mundo, Melhor Resort de Luxo do Mundo e Melhor Resort de Lazer de Luxo do Mundo.

Os World Travel Awards distinguem os melhores exemplos de boas práticas no setor das viagens e turismo à escala global desde 1993. A votação é realizada online pelo público e por profissionais de todo o mundo. Para votar basta registar-se aqui e fazer as suas escolhas até dia 26. Os resultados serão conhecidos no final de novembro.

Mais informações em www.worldtravelawards.com.


Melhores restaurantes do Algarve vão ter selo de “qualidade turística”

Os melhores restaurantes do Algarve vão poder candidatar-se a um selo de “qualidade turística” a partir do próximo ano. A iniciativa pertence à Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve (AHISA) em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo, Região de Turismo e Comunidade Intermunicipal, tendo como o objectivo promover a “excelência” na área da gastronomia e serviços na área da restauração e bebidas.


O presidente da AHISA, Daniel do Adro, na apresentação do projecto, que decorreu esta quarta-feira, lembrou que os bons restaurantes são conhecidos pelos chefs que os projectam com as suas criações, mas neste caso o que pretende destacar é a “equipa que trabalha no restaurante”. Por isso, a avaliação feita pelas quatro entidades, adiantou, vai ter em conta “não apenas a qualidade da gastronomia, mas também as boas práticas de higiene e segurança alimentar e a excelência do serviço”. No caso de ser necessário formação profissional, afirmou, “a Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve assume essa responsabilidade, sem quaisquer encargos”.

O presidente da Região de Turismo do Algarve, Desidério Silva, por seu lado, sublinhou a importância deste “selo de qualidade” como estímulo aos empresários, que tendem a fechar os estabelecimentos a partir desta altura, só reabrindo na Primavera. No entanto reconheceu as “dificuldades” que enfrenta o sector turístico por causa da carga fiscal. “Basta atravessar o rio Guadiana e temos o IVA da restauração a 10%”, sublinhou. Na opinião deste dirigente, ex-presidente da câmara de Albfufeira (PSD), é necessário remar para o mesmo lado na defesa do sector mas não é o que está a suceder. “Quando chega a altura de dar trevo ao cavalo, nem todos o fazem”, criticou. O facto da Dieta Mediterrânica ter sido considerada, há um ano, Património Imaterial e Cultural da Humanidade, disse, não teve ainda resultados práticos: “Tem de sair do papel e passar a ser um selo de qualidade, reconhecido pelos consumidores”.

O selo de “qualidade turística” na restauração e bebidas, afirmou Daniel do Adro, pode ser retirado caso o estabelecimento deixe de cumprir os padrões que estão na base da atribuição do símbolo. Os consumidores que se sintam lesados ou frustrados podem apresentar reclamações à AHISA, mas deixou uma advertência: “Uma grande maioria das reclamações que existe na hotelaria muitas das vezes não tem fundamento, digo isto por experiência própria”. O dirigente a associação é proprietário do Hotel Quinta do Lago e Hotel Ria Park, em Vale do Lobo.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Procura para aquacultura no Algarve foi superior em 40% às áreas disponíveis

A ministra da Agricultura e Mar, Assunção Cristas, anunciou hoje que a procura de investidores interessados em aquacultura 'offshore' no Algarve foi superior em 40% às áreas disponíveis, admitindo disponibilizar novas áreas.


"No Algarve tivemos candidaturas que superam a área que estava disponível em cerca de 40%. Os candidatos estão a ser seriados e haverá uma decisão de acordo com o regulamento", afirmou Assunção Cristas, quando questionada sobre os resultados do concurso internacional para a exploração de áreas de aquacultura 'offshore' (em mar aberto), entre o Algarve e Aveiro, lançado em meados de julho.

"Isto sugere que há procura, há interesse, e que, eventualmente, podemos caminhar para mais áreas", adiantou a ministra, à margem de um seminário sobre o mar, organizado pela Assembleia da República.

Os concursos públicos internacionais previam a atribuição de duas concessões para produção em mar aberto com a duração de 30 anos, no Algarve e ao largo de Aveiro, mas os investidores não mostraram interesse por esta região.

"Sabíamos que estávamos a propor áreas mais difíceis, mais desafiantes, o mar [da região de Aveiro] é mais difícil, mas as áreas estão pré licenciadas e poderão continuar a estar disponíveis para quem no futuro, com mais tecnologia e, se calhar, com um bocadinho mais de capacidade de arriscar, se queira dedicar a essas áreas", sugeriu a governante.

No Sul, "as pessoas estão mais interessadas", até porque no Algarve existem "boas experiencias com bons resultados" em matéria de aquacultura 'offshore', comentou Assunção Cristas.


Feira de Natal de Lagoa sai à rua com muitas novidades

A Feira de Natal de Lagoa, uma das principais iniciativas alusivas à quadra natalícia que se realiza no concelho, prepara-se este ano para apresentar muitas novidades e novos motivos de atração.


Agendada para os dias 12, 13 e 14 de Dezembro, a feira vai realizar-se pela primeira vez ao ar livre, mais precisamente no Largo do Auditório Municipal, depois de, nas três primeiras edições, ter decorrido na nave da FATACIL.

O evento, organizado pela União das Freguesias de Lagoa e Carvoeiro, vai para a quarta edição e «tem vindo a crescer sustentadamente, tendo em 2013 registado recordes de expositores e visitantes».

No sentido de manter esta «linha de qualidade e crescimento», a organização está a preparar várias inovações para atrair ainda mais público. Cinema para os mais pequenos, animação infantil diversificada, teatro e música são algumas das novidades, além dos já habituais insufláveis.


Feira de Carvoeiro

Uma semana depois de Lagoa, a 19, 20 e 21 de dezembro, é a vez de Carvoeiro receber também a sua Feira de Natal, que terá lugar no Largo da Praia, e que passará a ser organizada pela União das Freguesias de Lagoa e Carvoeiro.

À semelhança do que tem acontecido na Feira de Natal de Lagoa, o executivo apostará na qualidade, crescimento e diversidade de um evento que contará com muita animação e algumas novidades. Em breve, serão anunciados os programas das feiras.

Os expositores e comerciantes interessantes em marcar presença nas feiras para expor e divulgar os seus produtos poderão fazer a inscrição entre 20 de outubro e 14 de novembro, que poderá ser efetuada presencialmente nas instalações da União das Freguesia de Lagoa e Carvoeiro, ou através do envio do formulário de inscrição para o email geral@uf-lagoa.pt.

O formulário estará disponível em www.uf-lagoa.pt (novo site) a partir de 20 de Outubro.

Para quaisquer dúvidas poderá contactar a União das Freguesias de Lagoa e Carvoeiro através do telefone 282 352 665 (Lagoa) ou 282 356 690 (Carvoeiro).


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Visitas aos monumentos do Algarve aumentam 11% no primeiro trimestre de 2014

O número total de entradas em equipamentos culturais do Algarve tutelados pela Secretaria de Estado da Cultura aumentou mais de 11%, atingindo os 122 mil visitantes no primeiro semestre de 2014.



A Fortaleza de Sagres foi o monumento mais visitado, com um aumento de 10 mil pessoas, em comparação com 2013. A Villa Romana de Milreu também teve um crescimento de cerca de 21%.


No Alentejo, houve um aumento mais moderado, de cerca de 2 mil visitantes, face ao ano passado.

No total, os equipamentos culturais foram visitados por mais de 41 mil pessoas, das quais cerca de 12 mil passaram pelo Museu de Évora. O maior crescimento registou-se na Casa de Burgos, também em Évora, que teve um aumento de 70% no número de visitantes.

Os dados foram revelados hoje por aquela Secretaria de Estado, revelando que os monumentos, museus e palácios tutelados por este organismo em todo o país tiveram um aumento de 177 mil visitantes no primeiro semestre de 2014, mais 8% do que no mesmo período do ano passado. No total, visitaram estes equipamentos cerca de 2,4 milhões de pessoas.

O Mosteiro dos Jerónimos é o monumento mais visitado, com 368 mil entradas, mais 10 mil que em 2013; segue-se a Torre de Belém e o Museu Nacional de Arte Antiga, todos em Lisboa, com 242 mil e 143 mil visitantes, respetivamente.

O Castelo de Guimarães foi o espaço mais visitado no primeiro semestre do ano, com 138 mil pessoas.

Na zona centro do País, mais de 114 mil pessoas visitaram equipamentos culturais, um acréscimo de 6 mil visitantes, face a 2013. O Museu de Aveiro, localizado no Convento de Jesus, foi o mais visitado, com mais de 21 mil entradas.


Fonte: http://www.sulinformacao.pt/

A cal vai passar a ser produto turístico no barrocal algarvio

O último forno de cal deixou de trabalhar no Algarve há mais de meio século. A tradição pode vir agora a ser retomada, pela mão dos espanhóis, com a ajuda de uma ONG sedeada no Reino Unido.


As cores e os cheiros da cal – que nem sempre é branca – vão conduzir os turistas à descoberta do barrocal. Um geólogo e uma historiadora pretendem mostrar aos turistas como era no Algarve no tempo em que as casas não se pintavam com tinta e pela janela entrava o cheiro a alecrim e rosmaninho. A proposta, de vertente cultural e empresarial, despertou o interesse da organização internacional Lead – Inspiring Leaders for a Sustainable World.

À entrada da serra do Caldeirão, uma curva apertada convida a abrandar a marcha. Susana Calado sugere fazer um pequeno desvio para visitar um forno de cal, ainda intacto. A viagem é feita de automóvel, mas o que propõe é abandonar a viatura. “Pode-se chegar aqui vindo pela Via Algarviana, desce-se a calçadinha medieval, em Querença, sobe-se o cerro, estamos no Porto Nobre.” Assim, de forma resumida, está apresentado um dos percursos pedestres da rota da cal e do barro, à semelhança do projecto de Morón (Sevilha). No Algarve, a última pedra de cal artesanal deixou de se produzir há mais de meio século.

A jovem, que fez uma tese de mestrado sobre a produção artesanal de cal, pretende dar a conhecer e valorizar esta matéria-prima enquanto produto cultural e turístico. “Esta pedra aqui não parece branca, mas vai dar cal branca.” Então, a cal não é toda branca? “Não, essa é outra história”, observa. O colega do projecto, Bruno Rodrigues, geólogo, complementa, explicando como é que as casas caiadas surgem, por vezes, com barras de azul, ocre e verde. “As cores derivam dos minerais, cujos pigmentos se juntam à cal e lhe dão a coloração.” A arquitectura tradicional do Algarve e Alentejo conserva ainda alguns exemplos da pré-época da massificação industrial das tintas. 


Cal algarvia feita por espanhóis

Quando chegou à aldeia, no princípio do Verão, Susana Calado, perguntou onde poderia encontrar fornos de cal. “O quê, a menina está doida?”, exclamou a mulher que encontrou sob um sol abrasador. “Desapareceu tudo, dava muito trabalho, e os que sabiam trabalhar nisso já morreram.” Não se deu por vencida. Ao fim de dois meses de andar a calcorrear montes e vales, descobriu mais de uma dezena de exemplares, só na zona de Querença. “Afinal valeu a pena”, pensou. Agora, quando se cruza com as pessoas da terra, fica satisfeita quando lhe dizem: “Então, quando é que vamos caiar?”

Por enquanto, a pergunta é ainda encarada quase como uma brincadeira, mas o assunto está a ser levado a sério, do ponto vista académico e empresarial. Por isso, no dia 1 de Novembro realiza-se em Querença um seminário, envolvendo investigadores de três universidades, no qual se vai debater as utilizações da cal e dos pigmentos das terras argilosas do barrocal algarvio, elementos de suporte na construção sustentável.

No entanto, o retomar desta actividade tradicional esbarra nalgumas dificuldades. Os mestres caleiros desapareceram e uma grande parte do conhecimento prático ficou perdida na poeira das memórias. Do outro lado da fronteira, em Morón de Frontera (Sevilha), a tradição foi retomada, com êxito, e pode estender-se a Portugal. “Estamos a procurar estabelecer uma parceria com o Museu da Cal de Morón para vir cá um mestre caleiro dar formação”, diz Susana Calado, adiantando que Manuel Gil Ortiz da Associação Fornos de Cal de Morón é um dos convidados do encontro A Cal e o Barro como Produtos Culturais e Turísticos, a decorrer no primeiro fim-de-semana do próximo mês, no auditório da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença.

Mas, na semana passada, já oito elementos da Lead, uma organização internacional especializada na captação de futuros líderes para a temática da sustentabilidade, estiveram no terreno a estudar o Projecto Querença – uma iniciativa que surgiu, há dois anos, fruto de uma parceria entre a Universidade do Algarve e a Fundação Manuel Viegas Guerreiro destinada a ajudar a travar a desertificação do mundo rural. Aí se insere este projecto da cal.


Arejar ideias, com as botas na lama

Hugo Matias, argentino, acaba de chegar de um passeio à ribeira da Benémola, integrado na equipa da Lead, sedeada no Reino Unido. O percurso, com uns pingos de chuva pelo meio, serviu para arejar ideias. Após uma manhã de trabalho, em espaço fechado, decidiram meter as botas na lama. Durante uma hora, o grupo andou, cada qual por seu lado, a caminhar pelos trilhos do vale rochoso, a reflectir sobre o que fazer para que as aldeias portuguesas tenham futuro.

“Temos muitas perguntas sem resposta”, disse ao PÚBLICO. Hugo Matias, formado na área dos recursos humanos, destacou a importância da “energia do sítio”, onde a natureza se apresenta em estado puro. O que estes líderes, com diferentes formações académicas, pretendem fazer é um diagnóstico, “baseado na experiência directa”, sobre os problemas locais. “Vamos produzir um documento, com algumas recomendações”, afirmou, adiantando que a situação que se verifica no Algarve e um pouco por todo o país exige uma “abordagem multidisciplinar”, casando os conhecimentos académicos com a intervenção no território. Da equipa este elemento foi o único que conhecera o Projecto Querença, quando esteve em Portugal há dois anos, ao serviço da Lead.

domingo, 12 de outubro de 2014

Mais de cem mil ementas servidas na Rota do Petisco no Algarve

Mais de cem mil ementas foram servidas na quarta edição da Rota do Petisco, que hoje termina, em três concelhos do Algarve, para promover a gastronomia tradicional, contribuindo para enriquecer a oferta turística da região.


Teia D'Impulsos, o certame, que começou a 05 de Setembro, superou as expectativas dos organizadores ao ultrapassar as cem mil ementas consumidas em 2013.

"Ainda não temos os números exactos, mas sabemos que já foram ultrapassados os do ano passado, dado que ao fim de duas semanas já tínhamos cerca de 75 mil ementas vendidas. Tudo indica que a iniciativa voltou a ter enorme sucesso", disse à agência Lusa o presidente da associação Teia D'Impulsos, Nuno Vieira.

Na edição deste ano, que se estendeu de Portimão a Lagoa e Silves, 124 estabelecimentos de restauração apresentaram a modalidade "petisco", composta por um pequeno prato e uma bebida ao preço de 2,50 euros, convidando os participantes a degustarem a gastronomia algarvia, atraídos pelos cheiros e sabores ao viajarem pelas ruas e vielas.

Segundo Nuno Vieira, o evento, que começou "com um tiro no escuro, assume já um importante lugar no calendário cultural gastronómico e cultural da mais importante região turística do país".

"Há quatro anos era um conceito novo no Algarve, mas tem vindo a despertar o interesse dos empresários, originando que a edição de 2014 fosse estendida a outros dois concelhos, tomando já uma dimensão bastante significativa", destacou.

O responsável revelou que "o êxito do certame já tem eco para além do Algarve" e que "há outras regiões do país que já manifestaram interesse em adoptar a 'rota'".

De acordo com Nuno Vieira, este ano foram introduzidas algumas novidades, como "um menu para os mais pequenos, a rota das mercearias e do comércio tradicional". A organização considera que o evento "passou a fazer parte, quase obrigatório, do roteiro dos residentes e turistas ao longo de cinco semanas, com início em Setembro".

Para o empresário Júlio Ribeiro, que participa desde a primeira edição, a Rota do Petisco "tem sido um impulsionador na divulgação da gastronomia e ao mesmo tempo na promoção do comércio".

"Todos os comerciantes retiram proveito, não em termos lucrativos mas em termos de visibilidade, e estamos todos satisfeitos com a dinâmica do evento", sublinhou o dono do restaurante Forte e Feio, que apresenta como ementa papinhas de berbigão com sardinha albardada.

"Tem sido um saldo muito positivo e temos de agradecer a toda uma organização de jovens emprenhados em divulgar a cidade e a gastronomia com este evento num formato bem pensado e equilibrado, proporcionando várias opções para degustação", destacou.

Segundo os responsáveis do restaurante Bacalhoada, a iniciativa contribuiu para um aumento substancial do volume de negócios, chegando a ultrapassar as 500 ementas diárias.

"Tivemos dias em que servimos mais de 500 'rotas', o que traduz a importância do evento", disseram Sónia Saavedra e Thai, colaboradoras do estabelecimento, onde se pôde degustar a bolinha de bacalhau.

A Rota do Petisco tem também uma vertente social, já que a verba conseguida com venda do 'passaporte', documento que permite a participação no evento e custa um euro, é entregue a instituições de solidariedade social do Algarve.