sábado, 1 de setembro de 2012

Autoridade marítima levanta interdição nas praias do concelho de Aljezur

As praias de Odeceixe, Monte Clérigo e Amoreira foram interditadas depois de terem sido avistadas várias alforrecas, conhecidas por "Caravelas Portuguesas". Mas esta manhã, a proibição foi levantada. 


Esta manhã, as praias do concelho de Aljezur voltaram a estar disponíveis para os banhistas, depois de terem sido detetadas alforrecas de uma espécie perigosa que pode provocar queimaduras graves.

A informação foi confirmada à TSF pelo comandante dos Portos de Portimão e Lagos, Cruz Martins.

«A Autoridade marítima bem como os nadadores-salvadores fizeram uma avaliação e observação e não detetaram nenhum alforreca, por isso a situação está normalizada. Contudo, as autoridades vão continuar a prestar atenção a um eventual reaparecimento destas alforrecas», adiantou o comandante Cruz Martins.


Fonte: TSF

Via do Infante perdeu mais de metade do tráfego

A criação de portagens levou a significativa diminuição do número de viaturas nas antigas SCUT. A Via do Infante registou a maior quebra. 


A Via do Infante, no Algarve, registou no segundo trimestre deste ano uma quebra no tráfego médio diário (TMD) superior a 52% em relação ao mesmo período de 2011, recebendo agora pouco mais de 7.700 viaturas.

Os números constam do mais recente relatório elaborado pelo Instituto Nacional das Infraestruturas Rodoviárias (INIR) sobre a utilização das autoestradas nacionais no segundo trimestre de 2012 e indicam que a maior queda foi registada na Via do Infante ou A22.

A Via do Infante contabilizou, assim, uma quebra média de 52,2%, com um TMD de 7.760 viaturas, quando um ano antes a média diária era de 16.200.

No mesmo período, a concessão Interior Norte (A24) registou uma quebra de 37,5%, com um TMD de 4.115 viaturas, seguida da concessão Beira Interior (A23), com menos 37,3% no movimento diário e um TMD atual de 6.190 viaturas.

Já a concessão da Beira Litoral (A25) viu o tráfego cair 26,4%, também em comparação ao segundo trimestre do ano passado, cifrando-se agora num TMD de 8.865 viaturas.

Estas quatro concessões, antigas SCUT (sem custos para o utilizador) e que passaram a ser portajadas em dezembro de 2011, lideram as quebras na circulação média nas autoestradas nacionais.


Quebra média de 17%

Este relatório já representa os primeiros efeitos, em período de verão, da introdução de portagens nestas concessões, abrangendo, além de abril e maio, a totalidade do mês de junho.

Na globalidade das 16 concessões nacionais avaliadas neste relatório, o INIR concluiu haver uma quebra média de 17%, numa utilização média diária que passou a cifrar-se em 14.360 viaturas.

Nas três antigas SCUT do Norte que receberam portagens em outubro de 2010, as quebras continuam a acentuar-se em todas, segundo o mesmo relatório.

Assim, na concessão Norte Litoral a quebra foi de 8,5%, em relação ao segundo trimestre de 2011, com um TMD de 19.838 viaturas, e na concessão Costa de Prata a redução atingiu os 6,2%, com 20.116 viaturas diárias atualmente.

Nas autoestradas que integram a concessão do Grande Porto a redução cifrou-se em 7,1% e há agora um movimento diário de 20.951 viaturas.


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

ACRAL prolonga campanha de recolha de donativos para vítimas de incêndios

A Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL) decidiu prolongar, até ao dia 15 de setembro, a campanha de recolha de donativos para as vítimas dos incêndios que devastaram a Serra do Caldeirão em julho. 


O encerramento desta campanha, destinada às vítimas dos fogos que afetaram os concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, estava inicialmente previsto para hoje, 31 de agosto, mas, devido ao “sucesso” que a mesma está a ter, a associação entendeu prolongá-la. 

“Esta campanha solidária está a ter um grande impacto junto da população e os contributos estão a superar as melhores expetativas. Por esse facto, tomámos a decisão de a alargar”, explica o presidente da instituição, João Rosado. 

Cinco centenas de mealheiros oferecidos pelo BES estão colocados nos estabelecimentos aderentes do comércio local de Vila Real de Santo António, Tavira, Olhão, Faro, Loulé e São Brás de Alportel, onde todos os clientes podem efetuar o seu donativo. 

No final, os donativos recolhidos serão divididos e depositados em partes iguais nas contas criadas para o efeito pelas autarquias de São Brás de Alportel e Tavira. 


Governo prepara apoio para contratos a prazo no Algarve

Hotelaria e restauração são as áreas centrais do programa, que pode chegar a três mil pessoas.

As empresas do Algarve mais sujeitas à sazonalidade poderão vir a beneficiar de um apoio financeiro se mantiverem os actuais contratos a termo depois da época alta. O programa ainda está em fase de estudo mas é provável que, em troca do incentivo do Estado, as empresas tenham de manter estes contratos por mais um ano e sejam obrigadas a dar formação. Já o apoio deverá durar seis meses.


Para já, a ideia "é conceder apoio financeiro a empresas que renovem contratos de trabalho que, de outra forma, iriam caducar" e originar, "em grande parte dos casos", situações de desemprego, afirmou fonte da secretaria de Estado do Emprego ao Diário Económico.

Esta medida ainda vai ser discutida com os parceiros sociais mas poderá vir a ser lançada já em Setembro, uma vez que o objectivo é combater o desemprego sazonal. O programa dirige-se sobretudo aos sectores da hotelaria e restauração e poderá abranger entre mil a três mil pessoas. Falta saber quanto poderá custar. No futuro, de acordo com a avaliação que venha a ser feita, o incentivo poderá estender-se a outras regiões e sectores. Para já, o Algarve é a região eleita porque é a "mais exposta ao desemprego sazonal", indica a mesma fonte.


Apoio deverá corresponder a parte do salário

O valor do novo incentivo ainda não está decidido mas poderá seguir as linhas do que já está estipulado para a medida Estímulo 2012 (destinada à contratação de desempregados). Assim, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) é capaz de conceder um apoio igual "a determinada percentagem da remuneração - por exemplo, 50% - desde que em parte do tempo desse período adicional do contrato haja um investimento na formação profissional do trabalhador", explica. Recorde-se que o apoio Estímulo 2012 tem actualmente um limite mensal de 419,22 euros e impõe outras condições de acesso.

Também agora, o novo apoio poderá chegar a seis meses, aproximando-se da duração da época baixa. No entanto, para beneficiar da ajuda, a empresa poderá ser obrigada a renovar o contrato por mais um ano. Desta forma, apanha novamente a época alta. É que as empresas iriam sempre procurar trabalhadores nos "seis meses finais", indica a mesma fonte.

O Diário Económico sabe que esta medida também pode ser enquadrada no âmbito do regime excepcional já em vigor, que permite que os contratos a prazo sejam renovados mais duas vezes (até 18 meses) quando atingirem os limites legais. Ainda assim, fonte da secretaria de Estado do Emprego recorda que, no caso do Algarve, muitos contratos a termo têm uma duração curta, que coincide com a época alta. O objectivo é então passar "para um modelo" de contrato a prazo "com uma duração mais longa" ou até transitar para um contrato sem termo. E "durante a altura em que a procura das empresas, em relação a trabalhadores, é mais baixa, faz-se um investimento em formação profissional".

Desta forma, "o turismo e actividades relacionadas", no Algarve, podem beneficiar "de trabalhadores mais qualificados e quebrava-se esta sazonalidade que implica custos a vários níveis", nomeadamente no orçamento do Segurança Social, diz.

Até agora, as medidas do Executivo têm procurado sobretudo apoiar a contratação, incluindo a termo. Este programa tentará incentivar a manutenção de postos de trabalho, a mesma lógica seguida pelo Governo quando permitiu a renovação extraordinária de contratos a termo.

Desemprego no Algarve supera os 17%

A taxa de desemprego no Algarve já chegava aos 17,4% no segundo trimestre do ano. Em 2011, o número de desempregados aumentou 8,7 mil no terceiro trimestre (Verão) para o quarto, contrariando o anterior movimento de descida. Na mesma altura, perderam-se 14,3 mil empregos. O número de desempregados que se inscreveram nos centros de emprego do Algarve, em Outubro de 2011, também subiu 13,2% face a Setembro, o maior crescimento entre regiões.


Grupo Folclórico de Faro representa país em dois festivais de folclore russos

O Grupo Folclórico de Faro (GFF) vai representar Portugal no Festival Internacional de Folclore de Moscovo e no Festival «Golden Ring», em Vladimir, dois dos mais importantes eventos do género que se realizam na Rússia. 


Estes festivais são organizados pela secção nacional da Rússia do CIOFF (Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore), organismo internacional com relações formais de consulta com a UNESCO, que reúne mais de 200 festivais de folclore em todo o mundo. 

As duas iniciativas culturais realizam-se entre hoje, quinta-feira, 30 de agosto, e dia 8 de setembro, contando com a participação de grupos de nove países: Portugal, China, Coreia, Brasil, Sérvia, Eslovénia, Sri-Lanka, Itália e Roménia. 

Acedendo a um convite do Ministérios da Cultura e dos Negócios Estrangeiros da Rússia, esta será a primeira vez que o decano dos grupos folclóricos algarvios, a comemorar neste ano 82 anos de existência, pisará solo russo. 

O espetáculo de gala do Festival de Moscovo decorrerá no Estate Kolomenskoye, o Museu de História localizado numa magnífica zona verde no centro da cidade, sobre o rio Moskva, que era a antiga residência de verão dos príncipes de Moscovo e, mais tarde, dos czares da Rússia. 

Para além dos diversos espetáculos nas cidades de Moscovo, Suzdal e Vladimir, o programa contempla ainda receções oficiais e visitas de carácter turístico e cultural a diversos locais emblemáticos daquelas cidades russas, incluindo o Kremlin e a Praça Vermelha. 

Esta viagem realiza-se poucos dias depois do “retumbante sucesso” da 10ª edição do Folkfaro, o maior festival internacional de folclore a sul do Tejo, organizado pelo GFF. 


‘Recortes de Olhão’ mostra a cultura da cidade

A II Semana da Cultura de Olhão acontece já no início de setembro, entre os dias 1 e 8. Trata-se de um convite para conhecer melhor Olhão nas suas múltiplas vertentes e para todas as idades. Passeio de BTT com história, avós e netos no Museu, calcorrear praças e ruelas, ouvir fábulas no jardim da Biblioteca ou contos ao luar e passear no caíque Bom Sucesso são algumas das sugestões para uma semana que se prevê intensa de repleta de conhecimentos.


Esta iniciativa intitulada ‘Recortes de Olhão’ e organizada pelo Município através da Divisão de Cultura, simboliza a despedida do verão e das férias, aproveitando a temperatura amena, tardes tranquilas, noites de lua cheia e a brisa suave com cheiro a mar. As sugestões para conhecer e/ou (re)descobrir Olhão são variadas e para toda a família, numa terra de longa história e estórias de encantar.

Serão oito dias repletos de atividades e aventura, que começa logo no dia da apresentação da programação, com música e dança, que acontece no dia 1 de setembro, às 22h00, no Cais do Caíque Bom Sucesso, junto aos Mercados de Olhão.
O segundo dia da Semana Cultural incluirá desporto, com um passeio de BTT intitulado “Caminhos com História”. Tem início às 10h00 do dia 2, junto à Igreja Matriz de Moncarapacho. A inscrição nesta iniciativa é obrigatória (para efeitos de seguro) e deve ser feita no Museu da Cidade de Olhão, através do telefone 289700103 ou email: museu@cm-olhao.pt

“Passeio com avós e netos” é o tema de dia 3 de setembro, a partir das 14h30, no Museu da Cidade. Um dos objetivos é a troca de memórias, entre as duas faixas etárias, ao longo do percurso proposto. A atividade culminará com a elaboração de puzzles dos vários brasões. O Passeio Orientado, dia 4 de setembro, às 19h00, é outra proposta da Divisão de Cultura do Município, que organiza esta iniciativa cultural, e permite passear por praças, ruas e ruelas bem como diversos pontos de interesse ao longo do percurso. Todas estas atividades são gratuitas mas carecem de inscrição prévia. A organização reserva-se o direito de anular a sua realização caso se verifiquem condições climatéricas adversas.

“Fábulas contadas no jardim da Biblioteca”, destinado ao público infanto-juvenil, acontece no dia 5 de setembro, às 10h30 e 14h30 na Biblioteca Municipal. Fábulas e jogos tradicionais conjugam-se para proporcionarem momentos de leitura e brincadeira no jardim da Biblioteca Municipal.

“Genealogista por um dia” acontece às 14h00 de 5 de setembro, na Casa Patrão Joaquim Lopes e Rua Patrão Joaquim Lopes. A atividade iniciar-se-á com um breve esclarecimento de conceitos ligados à paleografia e diplomática e à temática da genealogia. Os participantes deverão também vestir a pele de um genealogista e através dos Livros de Recenseamento da População, do concelho de Olhão, tentar encontrar algum familiar, começando assim a traçar a sua árvore genealógica. A inscrição para esta atividade deve ser feita no Arquivo Histórico ou através do número 289 700 145 (das 13h00 às 19h00).

Na noite de 6 de setembro, “Contos ao Luar” chegam ao Auditório Municipal de Olhão a partir das 21h30. Será uma noite com contos tradicionais de Olhão, contados por Patrícia Amaral, com acompanhamento musical ao som do acordeão de Paulo Machado. A entrada é livre, tal como em quase todos os outros eventos destes ‘Recortes de Olhão’.

“A praia do Olhão e a frente ribeirinha de oitocentos” é a iniciativa prevista para as 19h00 de 7 de Setembro no Parque Natural da Ria Formosa. Ao por do sol, enquadrado pela Ria, Sandra Romba (investigadora de História da Arte) convida para uma conversa sobre “A praia do Olhão e a frente ribeirinha de oitocentos”, seguindo-se um “petisco” de cozinha tradicional (inscrição obrigatória, no valor de 10,00€ no Museu da Cidade). Este é o único evento pago.

Um passeio no Caíque Bom Sucesso é mais uma das propostas desta semana cultural, que acontece no sábado, dia 8 de setembro às 10h00. Será um passeio interpretativo a bordo, com uma abordagem histórico-cultural da Ria Formosa e, dessa forma, será possível procurar entender melhor a evolução do território de Olhão. A inscrição é gratuita mas obrigatória e deve ser feita no Museu da cidade de Olhão.
E “No sábado há estórias…”, às 16h00, na Biblioteca Municipal. Os livros são todos diferentes: uns alegres, outros tristes, outros assustadores. A história preferida da família será partilhada na biblioteca nesta tarde de emoções, para crianças dos 8 aos 12 anos, acompanhados pela família - irmãos, pais, avós.

Uma semana que se prevê em cheio, com muito para aprender e desfrutar em Olhão!

Recuperação de área ardida no Algarve deve custar mais de 3,7 milhões de euros

Mais de 3,7 milhões é a estimativa de custos só da estabilização do solo e remoção do material ardido do incêndio da serra do Caldeirão. O valor é avançado num relatório elaborado pela Unidade de Defesa Florestal, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, destinado a minimizar os efeitos da erosão com a queda das primeiras chuvas.

Populações viram arder os seus haveres enquanto os meios aguardavam por ordens para avançar

No entanto, contando com a recuperação do potencial agrícola e apoio social às famílias afectadas, os prejuízos atingirão os 12 milhões de euros no concelho de Tavira, mais 13 milhões no município de São Brás de Alportel.

O fogo, que teve início em 18 de Julho na Catraia, alastrou ao concelho vizinho de São Brás de Alportel. O presidente da Câmara de Tavira, Jorge Botelho, lembra que o levantamento feito pelas entidades responsáveis pela área das florestas "fica-se apenas pela estabilização do solo, para evitar que se dê contaminação dos aquíferos, logo que se verifiquem as primeiras chuvadas". 

Além dos prejuízos agrícolas, o incêndio, que queimou 24.843 hectares de mato, sobreiros e pinheiro-manso, "afectou ainda cerca de 17% da zona especial de conservação e zona de protecção especial do Caldeirão", registando-se ainda um "impacto negativo considerável na actividade apícola".

A nível social, o Governo disponibilizou 600 mil euros, a dividir pelos dois concelhos atingidos pelo incêndio, para recuperar as casas ardidas e garantir as necessidades básicas das famílias mais carenciadas. O apoio, de 400 euros por pessoa do agregado familiar, em prestação única, começou a ser pago. As candidaturas estão abertas até 2 de Outubro.

Quanto aos milhões que serão necessários para repor, dentro do possível, o que foi destruído, Jorge Botelho aguarda pelo cumprimento das promessas governamentais. "Espero que haja a possibilidade de apresentar, em breve, candidaturas no sector agrícola, com 75% a fundo perdido, através do Proder [Programa de Desenvolvimento Rural]". As pessoas que viram desaparecer pomares, motores de rega e árvores de cultivo, sublinha, "têm expectativas de que serão ajudadas".

O relatório sobre a avaliação dos impactos nos espaços florestais, diz o autarca, refere valores "abaixo dos preços de mercado". A título de exemplo, exemplifica, cinco euros para corte e remoção de cada árvore ardida parece-lhe "baixo". Situação idêntica verifica-se na limpeza de valetas: 15 mil euros para intervir em 100 quilómetros de rede viária está abaixo do que a câmara tem pago para esse tipo de trabalho. Porém, interpreta os valores como "referência" e "uma estimativa".

O perigo de contaminação das linhas de água surge como uma das primeiras preocupações ambientais. O fogo afectou a bacia hidrográfica do rio Gilão, que desagua na ria Formosa, e as sub-bacias da Foupana e de Odeleite, afluentes do rio Guadiana. Os efeitos dos primeiros chuvas, salienta o relatório do director da Unidade de Defesa da Floresta, Rui Almeida, "poderão provocar a erosão dos solos, arrastando-os e transportando-os para as zonas de vales e linhas de água, assoreando campos e poços".

Proteger origem da água

A área afectada pelo incêndio, acrescenta o documento, apresenta "condições propícias à erosão por ravinamento". Por outro lado, o facto de a albufeira de Odeleite ser a origem do abastecimento público de água do Sotavento algarvio, "exige uma atenção redobrada" nas acções a desenvolver "como forma de salvaguardar a origem da água". O fogo atingiu também a zona de protecção especial da serra do Caldeirão, que abriga algumas espécies protegidas e em risco, destacando-se o lince ibérico, a águia de Bonelli, águia cobreira e o bufo real. Ao nível do património cinegético, o incêndio atingiu 33 zonas de caça.

No âmbito do Proder deverão ser apoiados projectos, entre 50 a 100%, para "estabilização de emergência"; "restabelecimento do potencial silvícola"; "controlo de pragas e doenças em espécies florestais", e "controlo de espécies invasoras".

Fonte: Público