segunda-feira, 23 de julho de 2012

Nova situação 'alarmante' com fogo perto de povoação

As autoridades registam hoje à tarde dois pontos de reacendimento do incêndio que deflagrou na quarta-feira no Algarve e num dos locais o fogo está perto de uma povoação, segundo o presidente da Junta de Freguesia de Cachopo, Tavira.


Sidónio Barão disse à Lusa que houve um reacendimento na zona de Tafe, no concelho de Tavira, e outro na zona de Montes Novos, já no município de Loulé. Neste segundo caso, «o fogo está perto da população e a situação é alarmante».

Segundo a página da Autoridade Nacional de Protecção Civil na internet, às 14:52 foram accionados dois helicópteros bombardeiros pesados para o combate ao incêndio, dominado no sábado ao final da tarde. Há também a indicação, às 14:00, de que continuavam a decorrer os trabalhos de «consolidação da extinção».

O fogo deflagrou na sequência de um reacendimento, ao início da tarde, do incêndio que começou na quarta-feira na serra algarvia e foi declarado como dominado ao quarto dia, no sábado.

A combater o fogo estão 84 operacionais, dos quais 53 são bombeiros, apoiados por 18 viaturas e oito meios aéreos: cinco helicópteros bombardeiros e três de ataque inicial.

O presidente da Junta de Freguesia de Salir, Deodato João, disse à Lusa que a zona de Montes Novos é um dos maiores aglomerados da freguesia.

De acordo com o autarca, a zona, onde hoje de manhã já tinha havido um reacendimento que foi rapidamente dominado, é de difícil acesso e tem muitas habitações e cortiça empilhada.

Montes Novos fica perto de Besteirinhos, já no concelho de São Brás de Alportel, aonde o fogo chegou nos últimos dias, embora nunca tenha chegado a propagar-se para o concelho de Loulé.

Segundo o autarca, apesar de ter circundado a freguesia de Salir, o fogo não chegou realmente entrar no território, tendo consumido floresta até à fronteira do concelho de São Brás com o de Loulé.

Para tentar delimitar a zona, nos últimos três dias foram feitos aceiros à volta daqueles montes, com máquinas de rasto do exército, concluiu.

Fonte: Sol

Comunicado

Caros leitores

O Nosso Algarve encontra-se activo desde 6 de Maio de 2011.

Desde o 1.º dia da sua criação que no Nosso Algarve existe a preocupação de divulgar o Algarve, mediante notícias da região mas também dando a conhecer o que de bom existe aqui.

Este blogue nasceu da ideia do seu criador e administrador, Paulo Martins, que posteriormente juntou mais duas pessoas, Jorge Cabrita e Carla Silva.

Ao longo de todos estes meses o blogue do Nosso Algarve tem tido um aumento de número de visitas que nos tem surpreendido mas que também nos tem motivado a continuar.

O Nosso Algarve tem uma média, de pouco mais, de 400 visitas diárias, sendo que em alguns dias chega a ultrapassar a barreira das 1000 visitas.

Por este motivo, achamos que seria uma boa ideia incluir neste projecto outras pessoas que  sintam vontade de dar uma contribuição válida e positiva, podendo, inclusive, publicar textos da sua autoria.

Achamos também que a visibilidade do Nosso Algarve deveria ser usada para ajudar artistas algarvios (músicos, pintores, escritores, etc.) que queiram divulgar e apresentar os seus trabalhos neste espaço.

Assim como, também, deveria ser usado para todas as entidades de utilidade pública da região que queiram utilizar este espaço para dar conhecimento das suas iniciativas.

O convite está lançado, quem estiver interessado, pode nos contactar, por mensagem no facebook ou para o email nossoalgarve@gmail.com

Saudações algarvias
Carla Silva

domingo, 22 de julho de 2012

Entre 20 a 25% do concelho de São Brás de Alportel ardeu

Entre 20 a 25% do concelho de São Brás de Alportel terá ardido nos últimos dias, no incêndio que teve início há quatro dias na zona de Tavira e que se alastrou até ao concelho vizinho e que só neste sábado foi dado como dominado pela Protecção Civil. 



A estimativa é do presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel que este domingo, acompanhado pelos vereadores da Protecção Civil e da acção social, se deslocou aos locais mais atingidos para fazerem uma avaliação das condições em que estão as pessoas afectadas pelo fogo e que estão a ser acompanhadas por psicólogos. “As pessoas ontem [no sábado] já regressaram às suas casas durante a parte da manhã. Neste momento a nossa preocupação não serão os bens que foram perdidos, mas as pessoas e as condições em que estão”, disse David Gonçalves.

O autarca adiantou à agência Lusa que apenas durante a próxima semana os meios da câmara e da junta deverão reunir-se para avaliar o que foi perdido. “Tenho a ideia que anda à volta de cerca de 20 a 25% a área ardida no concelho, uma faixa de 30 a 40 quilómetros”, estimou. 

O presidente da Câmara de Tavira, Jorge Botelho, tinha já avançado, por su lado, que um terço da área total daquele concelho tinha ardido neste incêndio.

De acordo com David Gonçalves, “o mais grave” é que o que ardeu no concelho foi sobretudo “o meio de sobrevivência das pessoas”, que se dedicavam à colheita da cortiça e à pequena agricultura. “E isso desapareceu completamente não para todas, mas para algumas pessoas. Há pessoas que ficaram sem absolutamente nada e que nunca mais vão reaver os seus bens. Para um sobreiro dar cortiça, são pelo menos 30 a 40 anos. As pessoas têm idades com uma média para cima dos 70 anos e nunca o verão”, exemplificou.

O autarca defendeu que “o Governo, obrigatoriamente, também terá de tomar medidas em relação ao que foi perdido”.

Falta de coordenação no combate ao fogo

Os autarcas dos concelhos afectados pelo incêndio que deflagrou na quarta-feira, São Brás de Alportel e Tavira, apontaram algumas falhas na coordenação das operações de combate aos fogos. 

A Protecção Civil diz que só quando for dado como extinto o incêndio que lavra há dias na serra algarvia é que irá fazer a sua avaliação da coordenação das operações no terreno, acusada de “ineficácia” e falta de meios humanos. Na Madeira, a organização do combate às chamas também foi questionada.

Para o presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, apesar das críticas ao trabalho dos bombeiros, nomeadamente na zona de Cabeça do Velho, essa falta de coordenação terá sido por parte do comando a nível nacional. “Porque em termos de homens, em termos de trabalhos no terreno, tivemos aqui bombeiros do país inteiro e foram inexcedíveis”, destacou.

Fonte: Público

Terras do nosso Algarve - S. Brás de Alportel

No centro histórico da vila, por entre as casas térreas e caiadas da arquitectura popular avultam os prédios apalaçados dos antigos industriais e comerciantes da cortiça, com fachadas cobertas por azulejos, cantarias lavradas e varandas de ferro.
A influência Árabe está patente na designação de alguns sítios – Almargens, Alcaria, Alportel e Mesquita.


Localização

Com uma área aproximada de 150 km2, está situado no coração do sotavento algarvio numa zona de transição entre o Barrocal e a Serra e faz fronteira com os concelhos de Tavira, Loulé, Faro e Olhão. É constituído por uma só freguesia e cerca de 40 sítios dispersos pelo seu território, com nomes tão singulares como Tesoureiro, Tareja, Javali, Desbarato, Cova da Muda, Mesquita, Alportel, Soalheira e Cabeça do Velho entre muitos outros.

População

A população desta única freguesia atinge os 10.000 habitantes pelos dados preliminares de 2001.

Actividades Principais

A estrutura económica tradicional é a pequena unidade agrícola tanto no Barrocal de sequeiro, como no de regadio e o montado de sobro, em grande número na serra. Paralelamente, a indústria extractiva, de calcário e de brecha, e a indústria transformadora ganham alguma importância. A indústria corticeira continua a ser um dos símbolos desde o século XIX, pela importância que ainda detém, negociando-se aqui mais de 60% da produção do país.
O montado de sobro ocupa uma extensa área concelhia. Produz mais de 230 mil arrobas/ano de cortiça de primeiríssima qualidade e as cerca de 20 fábricas em plena laboração representam uma importante fonte de emprego.



História

A área do concelho de São Brás de Alportel tem vestígios de presença humana desde o Neolítico, sendo a via romano-medieval, hoje em recuperação, testemunho dos primeiros fluxos mercantis na zona.
Da presença da civilização romana neste concelho existem ainda “alguns metros” de uma calçada romana que ligava esta povoação a Ossonoba (Estoi) e Pax Júlia (Beja), e ainda uma inscrição funerária (séc. II d. C.) encontrada no pedestal do púlpito de uma ermida (hoje Igreja de S. Romão) e que se encontra no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa.
Também foram encontrados em S. Brás, em 1915, vestígios da invasão dos bárbaros (Visigodos) séc. V d. C. Faziam parte desse espólio arqueológico duas sepulturas antigas que abrigaram uma bilha, em perfeito estado e algumas ossadas.
No séc. XVI, o local de nascimento do poeta árabe Ibne Ammar no séc. XII, era ainda um pequeno povoado com uma ermida.
Sobre os árabes, foram encontradas moedas de prata quadradas e uma em ouro, numa “panela”. Segundo Silva Lopes, em meados do séc. XIX, a aldeia de “S. Braz d’Alportel”, sede de uma das freguesias de Faro, era “grande e bonita, com um formoso templo de três naves na praça, algumas casas e ruas boas e uma bonita quinta. Para leste, havia uma fonte de muita e excelente água, onde bebiam os moradores e cujos sobejos regavam hortas e faziam rodar as mós de alguns moinhos”. A freguesia tinha então cerca de mil fogos, a maior parte na serra
No início do séc. XX, beneficiando das novas estradas entre Loulé – Tavira e Faro – Almodôvar e da proximidade das fontes de matéria-prima, S. Brás tornou-se o principal centro corticeiro português, registando um forte surto demográfico, comercial e industrial. Em 1914, é criado o concelho. Nos anos 20, com a transferência da indústria da cortiça para outras regiões, a vida local como que estagnou. Hoje, com um desenvolvimento mais harmonioso, o concelho preserva alguns bons testemunhos deste longo passado.

Património Cultural

A Igreja Matriz tem um excelente miradouro sobre a paisagem envolvente. O templo, de provável construção do séc. XV e ampliação do séc. XIX, contém pinturas de santos de ima- ginária do séc. XVII e um retábulo neoclássico em mármore no baptistério.
Capela do Senhor dos Passos - Evidencia-se a talha dourada ao gosto da segunda metade do séc. XVIII.
Paço Episcopal Construído nos sécs. XVII-XVIII para que os bispos do Algarve escapassem aos calores do pino do Verão, sofreu modificações posteriores que alteraram a sua estrutura. Hoje, resta parte do edifício principal e uma fonte barroca abobadada com oito bicas.
Casa da Cultura António BentesMuseu Etnográfico do Trajo Algarvio, instalado num edifício representativo da arquitectura burguesa do final do séc. XIX. O museu realiza diversas exposições temporárias e alberga uma diversificada recolha etnográfica da região: mostra de trajos característicos do Algarve nos sécs. XIX-XX; núcleo de escultura religiosa po-pular; colecção de veículos tradicionais recuperados e respectivos arreios no cenário das antigas cavalariças, de uma exposição de alfaias agrícolas e ainda área dedicada ao Ciclo da Cortiça.




Património Natural

A vegetação natural é constituída por sobreiros sob os quais nasce um estrato arbustivo de esteva e medronheiros. Os vales férteis abrigam culturas horto-frutículas. A parte sul da freguesia tem uma flora rica onde um grande número de orquídeas floresce na Primavera. Geralmente a partir de Fevereiro começa a florir a Ophrys Tenthredinifera e a época termina no princípio de Junho com o satirião-menor.
As alfarrobeiras da região gozam de merecida fama; são árvores centenárias, que ficam carregadas de vagens negras a parir de meados de Julho. A alfarroba tem variadíssimas utilizações – pode servir para alimento para gado, sucedâneo de chocolate ou matéria prima para a indústria farmacêutica. Para além das alfarrobeira encontram-se também amendoeiras e figueiras.

Tradições

O Sr. José Viegas de São Brás faz vassouras das folhas secas de palmeira anã. Estica uma corda entre o cinto e o anel preso a uma tábua, mantendo-se assim sobre uma tensão uniforme. Pega então sobre dois folíolos cuja extremidade dobra sobre esta corda esticada e fixa-os com uma fina tira de palmeira. Repete então os procedimentos até que as folhas atadas à corda sejam suficientes para dar a volta a uma cana seca. Depois de bater a palma com um martelo até esta ficar plana, ata-a à cana rematando com a extremidade da corda firmemente presa dentro da própria atadura. Põe então um prego para completar a fixação ao cabo. Depois de aparadas as pontas das “cerdas” estas são passadas por um dispositivo que mais parece “uma cama de pregos” que lhes confere o aspecto fino e acabado.

Produtos Locais

Muitas das velhas artes e ofícios continuam activos em São Brás de Alportel.
Testemunham-no as vassouras e pincéis de palma produzidos em Soalheira, os trabalhos de empreita de Peral e Alfarrobeira da Tumba, as cantarias de Chibeira e Corotelo, os canastros e cestos de Desbarato. Ainda se encontram em Vale de Mealhas as tijoleiras e telhas produzidas manualmente e os ferros forjados em Vilarinhos e Gralheira.
Às colheres de madeira, às miniaturas de carros típicos, aos peões dos jogos infantis de Vilarinhos juntam-se as cadeiras da Ribeira de Alportel.

Gastronomia

Gaspacho, açorda de poejo, coelho bravo (serrano), cabrito com ervilhas, galinha cerejada, ovos com tomate, grão com ovos, são alguns dos aromáticos pratos da gastronomia local. Os méritos dos produtores locais estendem- -se à aguardente de medronho, aos licores de ervas silvestres e à doçaria de amêndoa, figo e alfarroba.

Incêndios: Comandante nacional recusa avaliar operação e mantém confiança no dispositivo

O comandante nacional da Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, recusou hoje avaliar a operação de combate aos incêndios, que nos últimos dias atingiram o Algarve, afirmando apenas que mantém total confiança no dispositivo. 

O incêndio florestal, que deflagrou em Tavira e se estendeu a São Brás de Alportel, foi, na tarde de sábado, declarado como dominado, dada a probabilidade de a área afetada pelas chamas se alargar ser considerada como muito reduzida. 


Os autarcas dos concelhos envolvidos, São Brás de Alportel e Tavira, apontaram algumas falhas na coordenação das operações, o que conduziu, no seu entendimento, a que o incêndio se propagasse muito rapidamente. 

"No final, veremos se houve coordenação ou se não houve coordenação, durante a situação de emergência, se alguém proferiu essas declarações, não tenho qualquer comentário a fazer", referiu Vaz Pinto. 

O também anterior comandante distrital de operações de socorro de Faro frisa que mantém a total confiança no dispositivo, mas admite que em alguns locais os meios não tenham chegado no tempo adequado. 

No entanto, argumenta que perante determinada emergência, é necessário decidir "em prol do todo e não do particular". 

Vaz Pinto relata que um técnico florestal com quem falou no sábado lhe dizia que em duas horas o incêndio consumiu 7.000 hectares, algo a que confessa nunca ter assistido. 

"Nunca assisti a um fenómeno destes. Não me recordo de ter acontecido uma situação de tanta complexidade e já ando nisto há alguns anos", referiu. 

O comandante nacional sublinha que o combate a este incêndio foi muito difícil, atendendo a que as projeções eram feitas a quilómetros de distância. 

"Esta operação teve os meios adequados, foi uma operação muito complexa, os combatentes andaram sempre atrás dos incêndios, e só ontem é que foi possível uma janela de oportunidade para colocar os meios à frente dos incêndios", observou. 

"O principal objetivo é salvaguardar a vida das pessoas e até ao momento foi conseguido, pois não há vítimas a lamentar", concluiu.

Fonte: Região Sul

sábado, 21 de julho de 2012

Finalmente: Incêndio na serra algarvia está dominado

O incêndio que lavra desde quarta-feira na serra algarvia foi hoje dominado na tarde deste sábado.

A informação foi prestada pelo segundo comandante nacional da Proteção Civil, José Codeço, revela a agência Lusa.

A probabilidade de a área afetada pelas chamas se alargar é muito reduzida mas, existem ainda focos do incêndio que merecem especial atenção, como a norte do concelho de São Brás de Alportel e na zona junto a Cachopo, em Tavira.

 

«As forças ainda estão no terreno e foram consideradas em todos os setores como sendo suficientes, pelo que nós podemos declarar o incêndio dominado», disse José Codeço acrescentando que os meios deverão manter-se para combater eventuais reativações.

Segundo o responsável, näo há justificação para começar a retirar os meios acionados para o combate - mais de 1.000 operacionais e treze meios aéreos -, ponto que vai ainda ser abordada num briefing com o comando nacional.

José Codeço sublinhou que poderá ainda haver frentes ativas, mas dentro do perímetro do incêndio (aproximadamente 75 quilómetros), pelo que a probabilidade de a área atingida se estender é muito reduzida.

«As forças que estão no terreno de imediato combatem essas reativações", concluiu.

A informaçäo disponibilizada no site da Autoridade Nacional de Proteçäo Civil informa ainda que todos os incêndios ativos neste momento no Continente estão em fase de resolução.

Fonte: TVI24

Norte de São Brás de Alportel é a zona mais preocupante

A Protecção Civil retirou durante a noite habitantes da povoação de Javali, em São Brás de Alportel, que é neste momento a zona mais preocupante do incêndio que lavra no Algarve há três dias.


De acordo com o segundo comandante nacional da Protecção Civil, coronel José Codeço, a zona "norte do concelho de São Brás de Alportel, passando por essa povoação de Javali, é verdadeiramente a zona preocupante deste incêndio" e onde as autoridades concentraram as operações de combate.

"O vento esteve [durante a noite] bastante mais forte do que era previsível para esta zona. Tivemos algumas situações verdadeiramente preocupantes, particularmente a norte de são Brás de Alportel, onde tivemos necessidade de retirar uma série de pessoas de habitações a norte do concelho, até à população de javali", contou.

Segundo o responsável, as pessoas foram retiradas com a ajuda da GNR e o seu realojamento foi coordenado pelos serviços da câmara de São Brás de Alportel.

José Codeço afirmou que a Protecção Civil está a "envidar todos os esforços para que o fogo não chegue a alguns pontos estratégicos, nomeadamente um ponto de referência que é o Barranco do Velho".


Durante a noite chegaram mais nove máquinas de rasto, das quais três vieram de Santarém com um grupo de apoio e outras três do Exército.

"Alocámos a esta zona dois grupos dos incêndios florestais do Porto e desde hoje de manhã oito meios aéreos pesados, quatro helicópteros e quatro aviões", acrescentou, salientando que "as pessoas devem confiar nos trabalhos dos operacionais que estão no terreno" e "evitar transitar nas zonas onde estão as colunas com viaturas, a não ser que seja extremamente necessário".

O incêndio em mato que atinge os concelhos de Tavira e de São Brás de Alportel continuava às 08h00 de hoje activo em duas frentes.

A essa hora, mantinham-se no combate 1.040 operacionais, entre os quais 707 bombeiros e 30 membros do grupo de intervenção da GNR. Os homens estavam a ser ajudados por 260 veículos.