quinta-feira, 29 de março de 2012

Aromas, sabores e saberes regionais mostram-se no Portimão Arena

Entre 30 de março e 1 de abril, o Portimão Arena acolhe a feira “Algarve Genuíno – Aromas, Sabores e Saberes Regionais”, onde vão estar reunidos mais de meia centena de expositores com uma montra representativa de produtos genuinamente algarvios.



O público pode encontrar no mesmo espaço artesanato, compotas e geleias, doçaria, enchidos, frutos secos, gastronomia, licores, aguardentes e vinhos regionais, mel e derivados, plantas aromáticas e medicinais, produtos biológicos e sal, entre outras especialidades.

Destaque para os colóquios temáticos marcados para os dias 30 e 31 de março, nos quais a qualidade dos vinhos algarvios e a certificação dos produtos regionais, e a forma como os mesmos podem contribuir para o turismo e para a economia da região, serão os principais temas a debater por conceituados especialistas.

Em paralelo à feira terá lugar uma mostra de vinhos do Algarve, na qual os produtores locais promoverão a qualidade e excelência das suas colheitas, havendo ainda demonstrações de culinária ao vivo, decantação e degustação de vinhos, assim como a atuação de grupos de música tradicional.

Neste certame poderão ainda ser degustados os melhores sabores regionais na área de tasquinhas, decoradas a rigor com a recriação das ‘casinhas’ algarvias, onde serão servidos petiscos tradicionais e outros produtos algarvios, sendo sorteado diariamente um cabaz com produtos regionais, que resulta da contribuição dos próprios expositores presentes.

Os mais pequenos não foram esquecidos e, como tal, haverá uma área infantil que funcionará no 1.º andar do Portimão Arena durante o horário de funcionamento da Feira, com playground, piscina de bolas, labirintos, insuflável e outros atrativos para crianças entre os 4 e os 9 anos.

As portas do Portimão Arena abrem no primeiro dia entre as 17h00 e as 24h00, enquanto no dia 31 a feira pode ser visitada das 11h00 às 24h00 e no domingo entre as 11h00 e as 22h00.

O valor dos ingressos é de 1 euro, com entrada gratuita a crianças até aos 12 anos, sendo de referir que 10 por cento da bilheteira do evento reverterá a favor de uma instituição de solidariedade social de Portimão.

O Portimão Arena é servido pelas linhas L11 e L14 do Circuito Urbano ‘Vai e Vem’, com paragem no Parque de Feiras e Exposições, e pelas linhas L2, L5 e L16, com paragem nas Cardosas, podendo os horários e demais informações ser consultados em www.cm-portimao.pt.

A feira é organizada pela Confraria dos Enófilos e Gastronómica do Algarve, em colaboração com o Município de Portimão e a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve.

Fonte: Vai Passear

Praias do nosso Algarve - Praia Verde

Fazendo justiça ao nome, esta praia encontra-se circundada por uma vasta área de pinheiro manso, que desce em suaves colinas até ao areal e onde se passeiam, sem pressas, camaleões. Os pinheiros assumem a curiosa forma de enormes cogumelos, o sub-coberto é rico e muito verde em todo o bosque.


O parque de estacionamento está inserido num espaço ajardinado com equipamentos turísticos e oferece uma fabulosa vista panorâmica sobre a linha de costa arenosa. No areal, um curioso poço antigo que cresce quando o mar leva a areia, marca a paisagem. 
Já na praia as dunas exibem a sua flora: o estorno, o bonito narciso-das-areias, a aromática perpétua-das-areias e, mais para o interior, o piorno-branco, arbusto característico do sotavento arenoso. O ambiente é quente, luminoso e seco, o mar tranquilo e morno.


Acesso: Viário pavimentado a partir da EN 125, seguindo na direcção da Praia Verde durante 1500m. Estacionamento ordenado e amplo. Caminho pedonal até à praia (100m). Diversos equipamentos de apoio (restaurantes e WC) e vigilância durante a época balnear. Praia Acessível. Orientação: sudeste.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Gastronomia Algarvia - Choquinhos à Algarvia

Ingredientes:
choquinhos pequenos
batatas
azeite
alhos com pele
vinho branco


Preparação:
Coloca-se uma frigideira ao lume com azeite e os alhos esmagados com pele e acrescentam-se os choquinhos. Fritam-se até alourar e depois junta-se-lhe o vinho branco e deixa-se fritar até o vinho evaporar.
Serve-se acompanhado de uma salada de tomate e batata frita e com alguns coentros por cima dos choquinhos.

domingo, 18 de março de 2012

Monchique: Produção de medronho atinge 15 mil litros

Monchique já conta com 70 destilarias de aguardente de medronho legalizadas, que produzem cerca de 15 mil litros por ano. "A procura tem aumentado", diz José Paulo Nunes, presidente da Associação de Produtores de Aguardente de Medronho do Barlavento Algarvio (APAGARBE ).


A bebida, produzida segundo métodos tradicionais, tem vindo a conquistar cada vez mais consumidores, sendo um dos ex-líbris daquele concelho serrano do Algarve. "Além desses produtores, existe mais uma dezena actualmente em fase de legalização", refere Rui André, presidente da autarquia, adiantando que "a aguardente de medronho traz um incremento de riqueza ao concelho".

José Nunes João , conhecido por ‘Mil Homens', é dono de uma das 70 destilarias legalizadas. "É uma tradição familiar. Desde os 8 anos que participo na destila", explica o produtor, actualmente com 67 anos. Este ano apanhou cerca de três mil quilos de medronho, que darão cerca de 300 litros de aguardente. O CM acompanhou o processo. "Existem alguns segredos para ter uma aguardente de qualidade. Em primeiro lugar, o medronho tem de estar maduro e não pode ser posto a fermentar com pés ou folhas", refere o produtor. Depois da fermentação, com água em barricas de madeira, o fruto é destilado em alambique de cobre. "A qualidade melhorou muito com o engarrafamento", garante o presidente da APAGARVE, adiantando que são feitas análises ao produto.


55 MIL EUROS EM QUATRO MESES

A Câmara de Monchique, em conjunto com as associações de produtores de mel e medronho e com o apoio da Caixa Agrícola, abriu este ano uma loja no centro da vila. "Tem sido um sucesso, facturando nos primeiros quatro meses um valor em torno dos 55 mil euros", diz Rui André, presidente da autarquia.

Este ano, a Câmara quer avançar com outro projecto: a Casa do Medronho. "Já apresentámos a candidatura a verbas do QREN1, estando em causa o investimento de um milhão de euros", diz o autarca.

A Casa do Medronho será um espaço museológico que dará a conhecer todo o processo de produção. O projecto contempla um alambique comunitário e uma central de engarrafamento, bem como uma área de venda. Rui André acredita que será possível exercer "um papel regulador de mercado, em termos de qualidade e preço". Entretanto, em Julho, a vila será palco da 1ª Feira do Medronho.


PRODUTOS DA SERRA ATRAEM CONSUMIDORES

Os produtos tradicionais da serra de Monchique têm cada vez maior procura. Além da aguardente de medronho, os enchidos, o presunto e o mel assumem um papel de relevo.

Os enchidos e presunto são produzidos a partir de porco preto, alimentado por cereais. Funcionam quatro fábricas no concelho. No sector da apicultura, existem quatro grandes produtores -"que vendem o mel para a Nestlé", diz o presidente da Câmara - e oito pequenos. No total, a produção de mel neste município serrano ronda as 300 toneladas por ano.


sábado, 17 de março de 2012

À Descoberta do Algarve Rural - Pelo Nordeste Interior

Este percurso leva-nos pelo interior do Algarve, do Algarve mais nordeste.
Dá-nos a descobrir uma natureza genuína e pura, expressa na paisagem, nos costumes e nas suas gentes. Sob o signo da água descobrimos engenhos, entramos num mundo de grandes e pequenas barragens e muitas e grandiosas ribeiras. E em cada recanto deliciosas formas de estar, na quietude e no silêncio em que a azinheira acompanha o recente pinheiro e o resto são matos. Os modos de ser do mundo rural podem ser recordados em diversos Núcleos Museológicos, mas é ao vivo que percorremos as ruas de terra batida, provamos o pão e os enchidos, descansamos num poial e trocamos dois dedos de conversa. E se apreciamos os testemunhos dum rico património arqueo-metalúrgico e natural, este é o roteiro certo. 



1º Troço: Odeleite - Vaqueiros

Começamos o percurso em Odeleite visitando a Igreja de Odeleite (1), um edifício do séc. XVI onde apreciamos as pinturas sobre talha e algumas peças de ourivesaria muito valiosas. Num passeio pelas ruas da aldeia podemos observar alguns fornos comunitários e engenhos de água. Também merece uma visita o Moinho de Água das Pernadas (2), situado a norte de Odeleite. No local das comportas da barragem de Odeleite, 50m por cima da estrada de terra batida, estão construídas duas eiras circulares, muito bem conservadas, uma em terra batida e outra em ladrilhos de barro. São vestígios da arquitectura rural serrana e de práticas agrícolas locais. Mas o que confere grande atracção turística a Odeleite são a Ribeira e a Barragem de Odeleite (3), o seu ambiente natural, a variedade de fauna e flora e as excelentes zonas de banhos. Seguindo a EN 122 até ao cruzamento para o Vale do Pereiro, tomamos a estrada municipal 505 e fazemos uma paragem nesta pitoresca aldeia. Convivemos com a presença forte da arquitectura rural serrana e o artesanato que se produz localmente. Seguimos pela mesma estrada e chegamos a uma pequena localidade com vestígios de uma forte tradição mineira, ligada às antigas minas de cobre e a uma actividade extractiva de tempos imemoriais. É o Monte das Furnazinhas (4) situado entre as Ribeiras da Foupana e de Odeleite. A paisagem apresenta um ondulado de cerros arredondados, entrecortados por sinuosos barrancos. Nas terras baixas as hortas são envolvidas por cercas e nas zonas altas a paisagem é de matos, pastagens e arvoredos. Para os apreciadores de espécies de caça, a Reserva de Caça Associativa das Furnazinhas (5) disponibiliza excelentes locais de observação.
Continuamos até à pitoresca localidade de Soudes. Como cartão de visita temos logo à entrada um Moinho de Vento (6). Vamos encontrar algumas eiras antigas e vários engenhos de água. Numa paisagem de sobreiros e pinheiros, fazemos um passeio até à Barragem das Perguiças (7) onde podemos pescar ou simplesmente descansar. 


Barragem de Odeleite


2º Troço: Vaqueiros - Martinlongo

Apanhamos depois a estrada 506 até chegar a Vaqueiros. Nesta aldeia, deambulando tranquilamente pelas ruas, lado a lado com as construções serranas, e num cenário tipicamente rural, chegamos à Igreja Matriz de Vaqueiros (8). Recomendamos uma visita ao Núcleo Museológico de Vaqueiros “Vidas do Campo” (9), onde se apresenta um retrato da organização rural e um relato das práticas económicas da agricultura de subsistência, com destaque para o papel económico do núcleo familiar. Ficamos a perceber melhor o ciclo do pão e o seu lugar na gastronomia da zona, tal como o do azeite e o do porco. Os primores da horta, o mel, o queijo, o vinho caseiro, o medronho e a carne de borrego completam esta dieta feita essencialmente de ingredientes produzidos localmente. 
Por fim podemos ir tomar banho à Barragem de Vaqueiros ou fazer, ali perto, um piquenique na Fonte da Parra (10), num passeio por entre juncos, loendros, choupos e estevas. Para quem aprecia o modo de viver de outros tempos, basta deslocar-se até ao Monte das Ferrarias, uma pitoresca localidade toda ela construída em pedra, com as ruas em terra batida e pedra (11). Dispõe de uma hospedaria para quem desejar pernoitar.
Na estrada 506, cerca de 200m antes do Monte das Ferrarias, encontramos o Parque Mineiro da Cova dos Mouros (12), com 5000 anos de história para contar. Na antiga mina, redescoberta em 1865, encontra-se um percurso pedestre inédito, com perto de 1000m a céu aberto. Mostra a evolução da história da mineração e da metalurgia com reconstituições pré-históricas de habitações e utensílios primitivos, o que transmite ao visitante a sensação de viajar em épocas remotas. Neste parque podemos ainda dar um passeio de burro, percorrendo uma paisagem de grande riqueza. Junto à Ribeira da Foupana (13) existem excelentes locais para passear e para banhos. 

Cova dos Mouros - Parque Mineiro

3º Troço: Martinlongo - Giões

O percurso continua até Martinlongo. O nome da aldeia, diz a história, que provém de um habitante de nome Martim e que era muito Longo. Só que ninguém sabe se era longo de altura ou longo de vida. O nosso primeiro encontro vai ser com a Igreja de N. Sra. da Conceição (14). É um templo Quinhentista cuja origem remonta a uma antiga mesquita de que conserva o minarete, adaptado actualmente a torre sineira. A sua sacristia tem o mais importante arquivo do concelho. A próxima visita é à Ermida de São Sebastião (15) que apresenta reminiscências medievais. Antes de deixar a aldeia vamos até à “Flor da Agulha” (16), uma oficina muito conhecida onde as artesãs concebem as bonecas de juta, cada uma representando as diversas profissões de antigamente. Também situada na povoação, a Olaria de Martim Longo (17) perpetua a tradição do trabalho do barro. Nos agro-alimentares, destacam-se o mel, o pão, os enchidos e os doces regionais.
De Martinlongo vamos fazer três rotas. A 1ª rota leva-nos à Barrada para visitar o Núcleo Museológico “Espelho de Nós” (18), onde se apresenta a comunidade num conjunto de fragmentos, nos quais os seus habitantes se reflectem. Inclui ainda informação do concelho de Alcoutim sobre as formas de distribuição e uso das terras, a estrutura fundiária da região e a dinâmica da comunidade como espaço de construção da identidade. A apreciar ainda, junto à Ribeira da Foupana, um Moinho de Água (19).
A 2ª rota leva-nos a Castelhanos para conhecer o Moinho de Água das Serralhas (20) situado junto à Ribeira do Vascão. Encontra-se em muito bom estado de conservação, se bem que não esteja a funcionar. Tomamos a EN 124 para iniciar a última rota, fazendo um pequeno desvio para Santa Justa. Aqui visitamos o Núcleo Museológico (21) instalado na Escola Primária. Este núcleo recriou a sala de aula dos anos 50/60, com os materiais e métodos da altura, e pretende dar a conhecer às novas gerações o ensino primário de outros tempos e recordar aqueles que ali viveram a sua infância. Antes de sair da localidade é de apreciar a Ermida de Santa Justa (22), um pequeno templo Quinhentista. 


Martimlongo

4º Troço: Giões - Fonte Zambujo

Voltamos para trás para apanhar a EN 124 e vamos até ao cruzamento de Giões. Aí seguimos pela estrada 507-1 até Giões, uma aldeia no coração da serra Algarvia. Visitamos a Igreja Matriz de Giões (23), outro dos muitos templos Quinhentistas deste percurso, que exibe um portal de arco perfeito, orlado por bonitos efeitos de argamassa pintados a azul. É de destacar a bonita janela rectangular com vitral em losangos. Saímos de Giões para fazer novas rotas. A 1ª é ao Cerro das Relíquias (24), situado numa das margens da Ribeira do Vascão, perto da ponte. É um antigo povoado Árabe que apresenta vestígios de algumas minas antigas. O local tem também valor paisagístico, grande riqueza na fauna e flora, diversas zonas de banhos e agradáveis locais para merendar (25). Neste sítio, junto à Ribeira do Vascão e à ponte, encontra-se um Moinho de Água (26) muito bem conservado. O moinho está construído em forma circular e podemos ver como é que se moíam os cereais antigamente. A 2ª rota a fazer é até ao sítio de Água Santa, um local de banhos na Ribeira do Vascão, provido de águas sulfúreas (27) que se notabilizaram pela cura de algumas doenças de pele.
Voltamos à estrada 507 e desviamos para Clarines para uma visita à Ermida de Nossa Sra. da Oliveira (28). É um pequeno templo de notável simplicidade e grande significado, pois diz-se que Nossa Senhora apareceu junto à oliveira para falar com a população. Junto a Clarines fica a povoação de Farelos. Estas duas localidades estão inseridas numa paisagem quase alentejana, repleta de sobreiros. Em Farelos recomendamos o contacto com o Núcleo Museológico “Tecer e Usar” (29), que ilustra a técnica da tecelagem da lã e pretende incentivar a sua prática. 
Seguimos novamente pela estrada 507 até à EN 124 em direcção ao Pereiro. Envolve-nos uma planície muito seca. A vegetação é pobre. No Pereiro sugerimos a visita à Igreja de São Marcos (30), um templo Quinhentista com um interessante conjunto de retábulos. Do Pereiro fazemos um desvio para a localidade de Fonte Zambujo para descobrir, na antiga Escola Primária, o Núcleo Museológico “A Construção da Memória” (31). Aqui é apresentada uma exposição sobre diversas manifestações da cultura popular, como as superstições, as actividades artesanais e a poesia popular.
Voltamos à EN 124 e seguimos para Alcoutim com propostas muito aliciantes em termos de património e que estão contempladas no percurso “Pelo Vale do Guadiana”. A escolha é diversa: o Castelo, o Menir do Lavajo e um rico património religioso. Os amantes da natureza podem desfrutar de praias fluviais e imensas ribeiras e barragens. 

Ribeira do Vascão

Tavira: Festival de Gastronomia serrana promove sabores da terra

Os sabores da zona serrana do concelho tavirense voltam a estar em destaque, de 17 de março a 15 de abril, com a realização da nona edição do Festival de Gastronomia Serrana. 




Restaurante Almargem (freguesia de Santa Maria), Casa de Pasto Fernanda (freguesia da Conceição), Monte Velho, O Constantino, Os Arcos da Serra (freguesia de Santa Catarina da Fonte do Bispo) e o restaurante Ti Rosa (freguesia de Cachopo) são os estabelecimentos que farão as delícias dos amantes da cozinha tradicional. 

À semelhança das edições anteriores, os clientes habilitam-se a ganhar um fim de semana numa das seguintes unidades hoteleiras: Pequeno Castelo (Santo Estêvão) e Apartamentos Turísticos Tavira Vacations (Santiago). 

Promover os sabores e saberes das gentes serranas, bem como manter viva a tradição da boa mesa são os principais objetivos deste Festival, já considerado um evento de referência no contexto gastronómico nacional. 

A iniciativa encontra-se associada ao movimento Slow Cities, e consequentemente ao conceito Slow Food, que tem como principal pressuposto viver segundo critérios de qualidade, em que a cozinha tradicional se demarca do atual padrão alimentar. 

A edição deste ano do Festival de Gastronomia Serrana destaca, ainda, a Candidatura Portuguesa Dieta Mediterrânica a Património Cultural Imaterial da Humanidade UNESCO 2012, juntamente com Chipre e Croácia. 

A cidade de Tavira foi a escolhida para representar o nosso país, dado o mérito do seu património imaterial ancestral ainda muito vivo em todo o território, a diversidade paisagística, produtiva e cultural e a identidade fortemente mediterrânica. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Dicas para o fim-de-semana

Revista à portuguesa, festival de humor, jazz e outros estilos de música, baja TT e gastronomia, estão entre as sugestões destas dicas. 

Jazz em Olhão com o quarteto Blue Dot a 17 de março, às 21h30 Auditório Municipal no âmbito do festival Audi Jazz and Soul Olhão. Tocam Ricardo Matos (voz e guitarra), Pedro Gil (guitarra), Paulo ‘Strak’ da Silva (contrabaixo) e Vasco Fialho (bateria).

A Naifa leva ao TEMPO - Teatro Municipal de Portimão o espetáculo “Não se deitam comigo corações obedientes” a 17 de março pelas 21h30.


Ainda em Portimão o cantor Fernando Pereira apresenta 'As Nossas Canções' dia 19 às 21h30. Os bilhetes custam 5euros.

Também em Portimão o Café Inglês, na zona Ribeirinha a presenta a 16 de março a partir das 20h30 a dupla Luuk Meulema & Marcelão Duarte que apresentam Blues Fusion.

Igualmente em Portimão, no mesmo espaço e à mesma hora, mas no dia 17 realiza-se o concerto All right 80´s pop made into jazz e a 18 de março às 14h30 é a vez de Tinto Beat com Rico Lima, Carlos Moraes, Luís Henrique e João Frade com música brasileira de fusão.

Em Loulé o Mercadinho da Primavera, no centro da cidade, começa a 17 de março entre as 10h00 e as 17h00 com Artesanato Tradicional e Prazeres e Experiências.

Faro acolhe o 8º Festival de Flamenco no Teatro das Figuras com Quadro Flamenco “El Temple” a 16 de março e no dia 17 “Al Compás”. Os bilhetes custam 10 euros.

Ainda em Faro concerto promenade pela Orquestra do Algarve no Teatro das Figuras 18 março às 12h00, dedicado à família dos instrumentos de percussão, dirigido pelo Maestro João Tiago Santos e tendo como solista o percussionista José Ramalho.

Em São Brás de Alportel a revista à portuguesa “Não há €uros p’ra Ninguém”, sobe ao palco do Cineteatro São Brás a 17 de março, protagonizada pelos reconhecidos atores Octávio Matos, Natalina José e Anita Guerreiro.

Em Lagoa, o humorista Pedro Tochas apresenta “Coisas” no Auditório Municipal, a 17 de março, pelas 21h30, espetáculo integrado no HumorFest que decorre até ao dia 25. Bilhetes a 10 euros.

Pedro Tochas no Humor fest em Lagoa (algarve)  

Ainda em Lagoa e na mesma sala,dia 18 às 16h30 há concerto promenade da Orquestra do Algarve, dedicado à família da percussão que inclui tambores, pratos, tímpanos, entre outros, conduzido pelo Maestro João Tiago Santos e com solo do percussionista José Ramalho.

Passa por Tavira (Praça da República), e Alcoutim (Pereiro) e Mértola, a Baja Carmim prova do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno nos dias 17 e 18 de março, com a participação de automóveis, motos, quads e buggys.

O Festival de Gastronomia Serrana de Tavira decorre nos restaurantes da zona serrana do concelho de 17 de março a 15 de abril.

Também em Tavira, concerto "Música nas Igrejas" com Duo Double L de Piano e Clarinete na Ermida de São Sebastião às 18 horas no dia 17 de março.

Ainda em Tavira Baile da Pinha com Cristiano Martins no Salão da Junta de Freguesia de Santa Luzia às 22 horas do dia 17 de março.

Finalmente em Tavira o Cineteatro António Pinheiro exibe a 18 de Março às 21h30 o filme “Para lá da música” de Sam Taylor Wood (Reino Unido / Canadá 2009).

Em Alcoutim futebol entre pais e filhos para assinalar o Dia do Pai a 19 de março às 18h30 no campo de futebol da vila. Depois do jogo, o Clube Desportivo de Vaqueiros (CDV) organiza um jantar entre todos os participantes.